Catégorie : Meditação na Bíblia

  • Os relatos dos milagres de Jesus Cristo (João 21:25)

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    « De fato, há também muitas outras coisas que Jesus fez. Se fossem escritas em todos os detalhes, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos »

    (João 21:25)

    Miracle7

    Jesus Cristo e o primeiro milagre escrito no Evangelho de João, ele transforma água em vinho: « Ora, no terceiro dia realizou-se uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava lá.  Jesus e seus discípulos foram também convidados para a festa de casamento. Quando o vinho estava escasseando, a mãe de Jesus disse-lhe: “Eles não têm vinho.” Mas Jesus disse-lhe: “Que tenho eu que ver contigo, mulher? Minha hora não chegou ainda.”  Sua mãe disse aos que ministravam: “O que ele vos disser, fazei.” Acontece que havia ali seis talhas de pedra, para água, conforme exigidas pelas regras de purificação dos judeus, cada uma capaz de conter duas ou três medidas de líquidos. Jesus disse-lhes: “Enchei com água as talhas.” E encheram-nas até em cima. E ele lhes disse: “Tirai agora um pouco e levai-o ao diretor da festa.” Levaram-no assim. Ora, quando o diretor da festa provou a água que tinha sido transformada em vinho, mas sem saber donde vinha, embora o soubessem os ministrantes que haviam tirado a água, o diretor da festa chamou o noivo  e disse-lhe: “Todo outro homem apresenta primeiro o vinho excelente, e, quando as pessoas ficam inebriadas, o inferior. Tu reservaste o vinho excelente até agora.” Jesus realizou isso em Caná da Galiléia, como princípio dos seus sinais, e tornou manifesta a sua glória; e seus discípulos depositaram nele a sua fé” (João 2:1-11).

    Jesus Cristo cura o filho dum assistente do rei: “Por conseguinte, ele veio novamente à Caná da Galiléia, onde transformara a água em vinho. Havia então ali certo assistente do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum. Quando este homem ouviu que Jesus saíra da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele e começou a pedir-lhe que descesse e sarasse seu filho, pois estava às portas da morte.  Jesus, porém, disse-lhe: “A menos que vós vejais sinais e prodígios, de modo algum acreditareis.” O assistente do rei disse-lhe: “Senhor, desce antes de minha criancinha morrer.” Jesus disse-lhe: “Vai; teu filho vive.” O homem acreditou na palavra que Jesus lhe falou e foi embora. Mas, enquanto ainda estava descendo, vieram ao encontro dele seus escravos para dizer que seu menino estava vivo. Começou assim a indagar deles a hora em que ficou melhor de saúde. Concordemente lhe disseram: “Ontem, na sétima hora, a febre o abandonou.” Portanto, o pai sabia que fora naquela mesma hora que Jesus lhe dissera: “Teu filho vive.” E ele e toda a sua família creram. Demais, este foi o segundo sinal que Jesus realizou depois de sair da Judéia para a Galiléia” (João 4:46-54).

    Jesus Cristo cura um homem possuído por um demônio em Cafarnaum: “E desceu a Cafarnaum, uma cidade da Galiléia. E ele os ensinava no sábado; e ficaram assombrados com o seu modo de ensinar, porque a sua palavra era com autoridade. Ora, havia na sinagoga um homem com um espírito, um demônio impuro, e ele gritava com voz alta:  “Ah! que temos nós contigo, Jesus, nazareno? Vieste destruir-nos? Sei exatamente quem és, o Santo de Deus.” Mas Jesus censurou-o, dizendo: “Cala-te e sai dele.” Assim, depois de lançar o homem no meio deles, saiu dele o demônio sem lhe fazer dano. Em vista disso, todos se assombraram e começaram a conversar entre si, dizendo: “Que sorte de palavra é esta, porque ordena aos espíritos impuros com autoridade e poder, e eles saem?” De modo que a notícia a respeito dele se espalhava por todo canto da região circunvizinha” (Lucas 4:31-37).

    Jesus Cristo expulsa demônios no país dos gadarenos (atual Jordânia, parte oriental do rio Jordão, perto do Lago Tiberíades): « Quando chegou à outra margem, ao país dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois homens possessos de demônios, saindo dentre os túmulos memoriais, extremamente ferozes, de modo que ninguém tinha a coragem de passar por aquela estrada. E eis que bradavam, dizendo: “Que temos nós contigo, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo designado?” Ora, bastante longe dali havia uma manada de muitos porcos pastando. Os demônios começaram assim a suplicar-lhe, dizendo: “Se nos expulsares, envia-nos para a manada de porcos.” Concordemente, ele lhes disse: “Ide!” Eles saíram e passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e morreu nas águas. Mas os porqueiros fugiram, e, entrando na cidade, relataram tudo, inclusive o caso dos homens possessos de demônios. E eis que toda a cidade saiu e veio ao encontro de Jesus; e, tendo-o visto, instaram muito com ele para que saísse dos seus distritos” (Mateus 8:28-34).

    Jesus Cristo cura a sogra do apóstolo Pedro: « Ao entrar na casa de Pedro, Jesus viu a sogra deste de cama e com febre. 15 Então tocou na mão dela e a febre a deixou, e ela se levantou e começou a servi-lo » (Mateus 8:14,15).

    Jesus Cristo cura um homem com a mão direita paralisada: « No decorrer de outro sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar. E havia ali um homem cuja mão direita estava ressequida. Os escribas e fariseus observavam-no então de perto para ver se havia de curar no sábado, a fim de acharem um modo de acusá-lo. Ele sabia, porém, dos seus raciocínios; contudo, disse ao homem com a mão ressequida: “Levanta-te e fica em pé no centro.” E ele se levantou e ficou em pé. Jesus disse-lhes então: “Eu vos pergunto: É lícito, no sábado, fazer o bem ou causar dano, salvar ou destruir uma alma?” E, depois de olhar em volta para todos eles, disse ao homem: “Estende a tua mão.” E ele fez isso, e a sua mão foi restabelecida. Mas eles se encheram de insensatez e começaram a falar entre si sobre o que poderiam fazer a Jesus” (Lucas 6:6-11).

    Jesus Cristo cura um homem com hidropisia (edema, excesso de fluido no corpo): “E, numa ocasião em que entrou na casa de certo dos governantes dos fariseus, no sábado, para tomar uma refeição, eles o estavam observando de perto. E eis que havia diante dele certo homem que padecia de hidropisia.  Assim, como resposta, Jesus falou aos versados na Lei e aos fariseus, dizendo: “É lícito ou não curar no sábado?” Mas eles ficaram calados. Em vista disso, pegou no homem, curou-o e o mandou embora. E ele lhes disse: “Quem de vós, quando o seu filho ou touro cai num poço, não o puxa imediatamente para fora, no dia de sábado?” E não lhe puderam replicar nestas coisas » (Lucas 14:1-6).

    Jesus Cristo cura um cego: « Quando Jesus estava chegando perto de Jericó, um cego estava sentado à beira da estrada, mendigando. Visto que ouviu uma multidão passando, ele perguntou o que estava acontecendo. Disseram-lhe: “Jesus, o Nazareno, está passando!” Em vista disso, ele gritou: “Jesus, Filho de Davi, tenha misericórdia de mim!” E os que estavam na frente começaram a censurá-lo, mandando que ficasse calado, mas ele gritava ainda mais: “Filho de Davi, tenha misericórdia de mim!” Jesus parou, então, e ordenou que o homem lhe fosse trazido. Depois que ele se aproximou, Jesus lhe perguntou: “O que você quer que eu faça por você?” Ele disse: “Senhor, deixe-me recuperar a visão.” De modo que Jesus lhe disse: “Recupere a visão. A sua fé fez você ficar bom.” E ele recuperou instantaneamente a visão e começou a segui-lo, glorificando a Deus. Também todas as pessoas, ao verem isso, deram louvor a Deus » (Lucas 18:35-43).

    Jesus Cristo cura dois cegos: “Enquanto Jesus passava adiante, seguiam-no dois cegos, clamando e dizendo: “Tem misericórdia de nós, Filho de Davi.” Tendo ele entrado na casa, dirigiram-se a ele os cegos e Jesus perguntou-lhes: “Tendes fé que eu possa fazer isso?” Responderam-lhe: “Sim, Senhor.” Então tocou nos olhos deles, dizendo: “Aconteça-vos segundo a vossa fé.” E os olhos deles receberam visão. Ainda mais, Jesus advertiu-os severamente, dizendo: “Cuidai de que ninguém venha a saber disso.” Mas eles, uma vez fora, tornaram isso público a respeito dele, em toda aquela região” (Mateus 9:27-31).

    Jesus Cristo cura um surdo mudo: “Voltando então das regiões de Tiro, passou por Sídon para o mar da Galiléia, subindo através das regiões de Decápolis. Ali lhe trouxeram um surdo com um impedimento na fala, e suplicaram-lhe que pusesse a sua mão sobre ele. E ele o levou à parte, separado da multidão, e pôs os seus dedos nos ouvidos do homem, e, depois de cuspir, tocou na língua dele. E, com um olhar para o céu, suspirou profundamente e disse-lhe: “Efatá”, isto é: “Abre-te.” Ora, sua faculdade de ouvir foi aberta e o impedimento de sua língua foi solto, e começou a falar normalmente. Com isso os advertiu que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais os advertia, tanto mais o proclamavam. Deveras, estavam ficando assombrados de maneira mais extraordinária, dizendo: “Todas as coisas ele tem feito bem. Faz até os surdos ouvir e os mudos falar”” (Marcos 7:31-37).

    Jesus Cristo cura um leproso: « Aproximou-se dele também um leproso, suplicando-lhe até de joelhos: “Se o senhor apenas quiser, pode me purificar.” Em vista disso, ele teve pena; e estendeu a mão, tocou no homem e lhe disse: “Eu quero! Seja purificado.” Imediatamente a lepra desapareceu dele, e ele ficou purificado » (Marcos 1:40-42).

    A cura dos dez leprosos: « E, enquanto ele ia a Jerusalém, passava pelo meio de Samaria e Galiléia. E, ao entrar em certa aldeia, vieram ao encontro dele dez homens leprosos, mas ficaram parados de longe.  E elevaram as suas vozes e disseram: “Jesus, Preceptor, tem misericórdia de nós!” E quando os avistou, disse-lhes: “Ide e mostrai-vos aos sacerdotes.” Então, enquanto se afastavam, ocorreu a purificação deles. Um deles, quando viu que estava curado, voltou, glorificando a Deus com voz alta. E ele se prostrou com o rosto [em terra] aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; ademais, ele era samaritano. Jesus disse, em resposta: “Dez foram purificados, não foram? Onde estão, então, os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse para dar glória a Deus, exceto este homem de outra nação?” E disse-lhe: “Levanta-te e vai; a tua fé te fez ficar bom”” (Lucas 17:11-19).

    Jesus Cristo cura um paralítico: « Depois disso houve uma festividade dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Em Jerusalém, junto ao Portão das Ovelhas, há um reservatório com cinco pórticos, chamado em hebraico de Betezata. Naquele lugar se deitava uma multidão de doentes, cegos, mancos e pessoas que tinham membros atrofiados. E ali havia um homem que já estava doente por 38 anos. Vendo aquele homem deitado ali, e sabendo que ele já estava doente por muito tempo, Jesus lhe disse: “Você quer ficar bom?” O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém para me colocar no reservatório quando a água fica agitada; mas, quando eu estou indo, outro desce na minha frente.” Jesus lhe disse: “Levante-se! Pegue a sua esteira e ande.” E o homem ficou imediatamente bom, pegou a sua esteira e começou a andar » (João 5:1-9).

    Jesus Cristo cura um epiléptico: “E, ao se chegarem à multidão, aproximou-se-lhe um homem que se ajoelhou diante dele e disse: “Senhor, tem misericórdia de meu filho, porque ele é epiléptico e está enfermo, pois cai muitas vezes no fogo e muitas vezes na água; 16 e eu o trouxe aos teus discípulos, mas eles não o puderam curar.” Jesus disse, em resposta: “Ó geração sem fé e deturpada, até quando terei de continuar convosco? Até quando terei de suportar-vos? Trazei-mo aqui.”  Jesus censurou então o demônio e este saiu dele; e o menino ficou curado daquela hora em diante. Chegando-se então os discípulos a Jesus, em particular, disseram: “Por que é que nós não pudemos expulsá-lo?” Ele lhes disse: “Por terdes pouca fé. Pois, deveras, eu vos digo: Se tiverdes fé do tamanho dum grão de mostarda, direis a este monte: ‘Transfere-te daqui para lá’, e ele se transferirá, e nada vos será impossível”” (Mateus 17:14-20).

    Um milagre sem saber: “Enquanto ia, as multidões o comprimiam. E uma mulher, por doze anos padecendo dum fluxo de sangue, que não conseguira cura da parte de ninguém, aproximou-se por detrás e tocou na orla de sua roupa exterior, e o seu fluxo de sangue parou instantaneamente. De modo que Jesus disse: “Quem foi que me tocou?” Quando todos o negavam, Pedro disse: “Preceptor, as multidões te rodeiam e apertam.” Contudo, Jesus disse: “Alguém me tocou, pois percebi que poder saiu de mim.” Vendo que não passara despercebida, a mulher veio trêmula e prostrou-se diante dele, e revelou perante todo o povo a causa pela qual o tocara e como fora curada instantaneamente. Mas ele lhe disse: “Filha, a tua fé te fez ficar boa; vai em paz”” (Lucas 8:42-48).

    Jesus Cristo Cura à Distância: « Tendo completado todas as suas declarações aos ouvidos do povo, entrou em Cafarnaum. Ora, o escravo de certo oficial do exército, estimado por este, estava adoentado e quase à morte. Quando ele ouviu falar de Jesus, enviou-lhe anciãos dos judeus para lhe pedirem que viesse e fizesse seu escravo passar por isso a salvo. Os que se chegaram a Jesus começaram então a suplicar-lhe seriamente, dizendo: “Ele é digno de lhe concederes isso, porque ama a nossa nação e ele mesmo construiu para nós a sinagoga.” Jesus ia, pois, com eles. Mas, quando já não estava longe da casa, o oficial do exército já lhe enviara amigos para dizer-lhe: “Senhor, não te incomodes, pois não sou apto para que entres debaixo do meu teto. Por esta razão não me considerei digno de ir a ti. Mas, dize a palavra, e seja sarado meu servo. Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, tendo soldados sob as minhas ordens, e digo a este: ‘Vai!’ e ele vai, e a outro: ‘Vem!’ e ele vem, e ao meu escravo: ‘Faze isto!’ e ele o faz.” Pois bem, quando Jesus ouviu estas coisas, maravilhou-se dele, e, voltando-se para a multidão que o seguia, disse: “Eu vos digo: Nem mesmo em Israel tenho encontrado tamanha fé.” E os que tinham sido enviados, voltando para a casa, encontraram o escravo de boa saúde” (Lucas 7:1-10).

    Jesus Cristo cura uma mulher encurvada por 18 anos: « Ele estava então ensinando numa das sinagogas, no sábado. E eis uma mulher com um espírito de fraqueza, já por dezoito anos, e ela estava encurvada e não podia absolutamente endireitar-se. Quando a viu, Jesus dirigiu-lhe a palavra e disse-lhe: “Mulher, estás livre de tua fraqueza.” E pôs as suas mãos sobre ela; e ela se endireitou instantaneamente e começou a glorificar a Deus. Mas, em resposta, o presidente da sinagoga, indignado porque Jesus fizera a cura no sábado, começou a dizer à multidão: “Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes, pois, vinde e sede curados, não no dia de sábado.” O Senhor, porém, respondeu-lhe e disse: “Hipócritas, não é que cada um de vós, no sábado, desata da baia o seu touro ou o seu jumento e o leva para dar-lhe de beber? Não era então apropriado que esta mulher, que é filha de Abraão, e a quem Satanás manteve amarrada, ora! por dezoito anos, fosse solta deste laço no dia de sábado?” Pois bem, quando ele disse estas coisas, todos os seus opositores começaram a ficar envergonhados; mas toda a multidão começou a alegrar-se com todas as coisas gloriosas feitas por ele » (Lucas 13:10-17).

    Jesus Cristo cura a filha duma mulher fenícia: “Partindo dali, Jesus retirou-se então para os lados de Tiro e Sídon. E eis que uma mulher fenícia, daquelas regiões, saiu e gritou alto, dizendo: “Tem misericórdia de mim, Senhor, Filho de Davi. Minha filha está muito endemoninhada.” Mas ele não lhe respondeu nenhuma palavra. De modo que seus discípulos se aproximaram e começaram a solicitar-lhe: “Manda-a embora; porque persiste em clamar atrás de nós.” Em resposta, ele disse: “Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” Chegando a mulher, começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: “Senhor, ajuda-me!” Em resposta, ele disse: “Não é direito tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.”  Ela disse: “Sim, Senhor; mas, realmente, os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus amos.” Jesus disse-lhe então, em resposta: “Ó mulher, grande é a tua fé; aconteça-te conforme desejas.” E a filha dela ficou curada daquela hora em diante” (Mateus 15:21-28).

    A pesca milagrosa: « Em certa ocasião, quando a multidão o apertava e escutava a palavra de Deus, ele estava parado à beira do lago de Genesaré. E viu dois barcos atracados à beira do lago, mas os pescadores tinham desembarcado e lavavam as suas redes. Embarcando num dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra. Assentou-se então, e, de dentro do barco, começou a ensinar as multidões. Quando parou de falar, disse a Simão: “Rema para onde é fundo, e abaixai as vossas redes para uma pesca.” Simão, porém, disse em resposta: “Preceptor, labutamos toda a noite e não apanhamos nada, mas, ao teu pedido, abaixarei as redes.” Pois bem, quando fizeram isso, cercaram uma grande multidão de peixes. De fato, suas redes começaram a romper-se. Acenaram então para os seus associados no outro barco, para que viessem e os auxiliassem; e eles vieram, e encheram ambos os barcos, de modo que estes começaram a afundar-se. Vendo isso, Simão Pedro prostrou-se aos joelhos de Jesus, dizendo: “Afasta-te de mim, porque sou homem pecaminoso, Senhor.” Pois à vista da safra de peixes que apanharam, tanto ele como os com ele foram tomados de assombro, e assim também Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram parceiros de Simão. Mas Jesus disse a Simão: “Pára de estar com medo. Doravante apanharás vivos a homens.” Trouxeram assim os barcos de volta à terra, abandonaram tudo e o seguiram” (Lucas 5:1-11).

    Jesus Cristo acalma uma tempestade: « Ele entrou num barco, e seus discípulos o seguiram. Levantou-se então uma grande tempestade no mar, de modo que o barco estava sendo coberto pelas ondas; mas ele estava dormindo. E eles foram acordá-lo, dizendo: “Senhor, salve-nos, pois estamos prestes a morrer!” No entanto, ele lhes disse: “Por que vocês estão com tanto medo, homens de pouca fé?” Então ele se levantou e censurou os ventos e o mar, e houve uma grande calmaria. De modo que os homens ficaram espantados e disseram: “Que homem é este? Até mesmo os ventos e o mar lhe obedecem.” » (Mateus 8:23-27). Esse milagre mostra que no paraíso terrestre não haverá mais tempestades ou inundações que causarão desastres.

    Jesus Cristo andando sobre o mar: “Por fim, tendo despedido as multidões, subiu sozinho ao monte para orar. Embora ficasse tarde, estava ali sozinho. O barco já estava então a muitas centenas de metros da terra, sendo duramente castigado pelas ondas, porque o vento era contrário. Mas, no período da quarta vigília da noite, foi ter com eles andando sobre o mar. Quando o avistaram andando sobre o mar, os discípulos ficaram perturbados, dizendo: “É uma aparição!” E clamaram de temor. Mas, Jesus falou-lhes imediatamente com as palavras: “Coragem! Sou eu; não temais.” Pedro disse-lhe, em resposta: “Senhor, se és tu, ordena-me ir ter contigo por cima das águas.” Ele disse: “Vem.” Em vista disso, Pedro, descendo do barco, andou por cima das águas e dirigiu-se a Jesus. Mas, olhando para a ventania, ficou com medo, e, começando a afundar-se, clamou: “Senhor, salva-me!” Estendendo imediatamente a mão, Jesus agarrou-o e disse-lhe: “Ó tu, de pouca fé, por que cedeste à dúvida?” E, depois de terem novamente subido ao barco, cessou a ventania. Os que estavam no barco prestaram-lhe então homenagem, dizendo: “Tu és realmente o Filho de Deus.” E fizeram a travessia, desembarcando em Genesaré” (Mateus 14:23-33).

    Jesus Cristo multiplica os pães: “Depois destas coisas, Jesus partiu, atravessando o mar da Galiléia, ou Tiberíades. Mas, seguia-o uma grande multidão, porque observavam os sinais que ele realizava nos enfermos.  Jesus subiu assim a um monte e estava ali sentado com os seus discípulos. Ora, estava próxima a páscoa, a festividade dos judeus.  Portanto, quando Jesus levantou os olhos e observou que uma grande multidão se chegava a ele, disse a Filipe: “Onde vamos comprar pães para estes comerem?” No entanto, dizia isso para prová-lo, pois ele mesmo sabia o que ia fazer. Filipe respondeu-lhe: “Pães no valor de duzentos denários não bastam para eles, para que cada um tenha um pouco.” Um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: “Há aqui um rapazinho que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas, o que são estes para tantos?” Jesus disse: “Fazei os homens recostar-se como numa refeição.” Ora, havia muita grama no lugar. Os homens recostaram-se assim, cerca de cinco mil em número.  Jesus tomou assim os pães, e, tendo dado graças, distribuiu-os aos recostados, do mesmo modo também os peixinhos, tantos quantos quiseram. Mas, quando ficaram saciados, ele disse aos seus discípulos: “Ajuntai os pedaços que sobraram, para que nada se desperdice.” Eles os ajuntaram, portanto, e encheram doze cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada, que foram deixados pelos que haviam comido. Por isso, quando os homens viram os sinais que realizava, começaram a dizer: “Este é certamente o profeta que havia de vir ao mundo.” Jesus, portanto, sabendo que estavam para vir e apoderar-se dele para o fazerem rei, retirou-se novamente para o monte, sozinho”(João 6:1-15). Haverá comida em abundância por toda a terra (Salmos 72:16; Isaías 30:23).

    Jesus Cristo ressuscita o filho de uma viúva: « Logo depois disso, ele viajou para uma cidade chamada Naim, e seus discípulos e uma grande multidão viajavam com ele. No momento em que se aproximava do portão da cidade, um morto estava sendo carregado para fora, o filho único de sua mãe. Além disso, ela era viúva. Uma multidão considerável da cidade também a acompanhava. Quando o Senhor a viu, teve pena dela e lhe disse: “Pare de chorar.” Depois se aproximou e tocou no esquife, e os carregadores ficaram parados. Então ele disse: “Jovem, eu lhe digo: Levante-se!” E o morto se sentou e começou a falar, e Jesus o entregou à sua mãe. Todos foram então tomados de temor e começaram a glorificar a Deus, dizendo: “Um grande profeta surgiu em nosso meio”, e: “Deus voltou sua atenção para seu povo.” E essa notícia sobre ele se espalhou por toda a Judeia e por toda a região ao redor » (Lucas 7:11-17).

    Jesus Cristo ressuscita a filha de Jairo: « Enquanto ele ainda falava, chegou um representante do presidente da sinagoga, dizendo: “Sua filha morreu. Não incomode mais o Instrutor.” Ouvindo isso, Jesus lhe respondeu: “Não tenha medo, apenas tenha fé, e ela será salva.” Quando chegou à casa, não deixou ninguém entrar com ele, a não ser Pedro, João e Tiago, e o pai e a mãe da menina. Mas todos choravam e batiam no peito de pesar por ela. De modo que ele disse: “Parem de chorar, pois ela não morreu; está dormindo.” Em vista disso, começaram a rir dele com desprezo, porque sabiam que ela havia morrido. Mas ele a pegou pela mão e a chamou: “Menina, levante-se!” E o espírito dela voltou e ela se levantou imediatamente, e ele ordenou que lhe dessem algo para comer. Os pais dela estavam fora de si, mas ele lhes ordenou que não dissessem a ninguém o que tinha acontecido » (Lucas 8:49-56).

    Jesus Cristo ressuscita seu amigo Lázaro, que está morto há quatro dias: « Jesus ainda não tinha entrado na aldeia, mas estava no lugar onde Marta o havia encontrado. Quando os judeus que estavam na casa, consolando Maria, viram que ela se levantou depressa e saiu, eles a seguiram, achando que ela estivesse indo ao túmulo para chorar. Quando Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e o viu, ela se prostrou aos seus pés e lhe disse: “Senhor, se estivesse aqui, meu irmão não teria morrido.” Vendo que ela e os judeus que a acompanhavam estavam chorando, Jesus se comoveu profundamente e ficou aflito. Ele perguntou: “Onde o colocaram?” Disseram-lhe: “Senhor, venha ver.” E Jesus começou a chorar. Em vista disso, os judeus disseram: “Vejam como ele o amava!” Mas alguns deles diziam: “Não podia este homem, que abriu os olhos do cego, impedir que Lázaro morresse?” Assim, de novo profundamente comovido, Jesus foi ao túmulo. Na realidade, era uma caverna, e havia uma pedra encostada nela. Jesus disse: “Retirem a pedra.” Marta, irmã do falecido, disse-lhe: “Senhor, ele já deve estar cheirando, porque já faz quatro dias.” Jesus respondeu: “Eu não lhe disse que, se você acreditasse, veria a glória de Deus?”  Portanto, retiraram a pedra. Jesus levantou então os olhos para o céu e disse: “Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Na verdade, eu sei que sempre me ouves, mas falei por causa da multidão que está ao meu redor, para que acreditem que tu me enviaste.” Depois de dizer isso, ele gritou bem alto: “Lázaro, venha para fora!” O homem que estava morto saiu com os pés e as mãos amarrados com faixas, e com um pano enrolado no rosto. Jesus lhes disse: “Tirem as faixas dele e deixem-no ir.” » (João 11:30-44).

    A última pesca milagrosa (pouco depois a ressurreição de Cristo): « No entanto, quando estava amanhecendo, Jesus estava parado na praia, mas os discípulos, naturalmente, não discerniam que era Jesus. Jesus disse-lhes então: “Criancinhas, será que tendes algo para comer?” Responderam-lhe: “Não.” Disse-lhes ele: “Lançai a rede do lado direito do barco e achareis algo.” Lançaram-na então, mas não puderam mais recolhê-la por causa da multidão de peixes. Portanto, aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Por isso, Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se de sua roupa de cima, pois estava nu, e lançou-se no mar. Mas os outros discípulos vieram no pequeno barco, pois não estavam longe da terra, apenas a cerca de noventa metros, arrastando a rede de peixes » (João 21:4-8).

    Jesus Cristo fez muitos outros milagres. Nós permitem fortalecer nossa fé, encorajar-nos e obter uma visão das muitas bênçãos que haverá no paraíso. As palavras escritas do apóstolo João resumem muito bem o prodigioso número de milagres que Jesus Cristo fez, como garantia do que acontecerá no paraíso: « De fato, há também muitas outras coisas que Jesus fez. Se fossem escritas em todos os detalhes, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos » (João 21:25).

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    A Esperança da Vida Eterna

    Os relatos dos milagres de Jesus Cristo para fortalecer a fé na esperança da vida eterna…

    O Significado das Ressurreições Realizadas por Jesus Cristo (João 11:30-44)

    Os relatos das ressurreições confortam aqueles que têm fé nesta esperança…

    A Ressurreição Terrestre dos Justos que Não Serão Julgados (João 5:28, 29)

    Os justos ressuscitados não serão julgados nem examinados, mas obterão uma ressurreição de vida eterna…

    A Ressurreição Terrestre dos Injustos que Serão Julgados (João 5:28, 29)

    Os injustos ressuscitados serão julgados ou examinados antes de possivelmente obterem a vida eterna…

    A Ressurreição Celestial dos 144.000 (Apocalipse 14:1-3)

    Muitos viverão no paraíso, mas poucos irão nos ceus, na presença de Deus…

    As Festas das Colheitas eram a Prefiguarção das Diferentes Ressurreições (Colossenses 2:17)

    As festividades das colheitas foram profeticamente assimilados às diferentes ressurreições…

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    Ao ler a Bíblia diariamente, este índice contém artigos bíblicos informativos (clique no link acima para visualizá-lo)…

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  • Ouvimos que Deus está com vocês (Zacarias 8:23)

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    Juif1

    “Assim diz Jeová dos exércitos: ‘Naqueles dias, dez homens de todas as línguas das nações agarrarão, sim, agarrarão firmemente a túnica de um judeu, dizendo: “Queremos ir com vocês, pois ouvimos que Deus está com vocês””

    (Zacarias 8:23)

    O contexto desta declaração profética mostra que Deus estará com o seu povo para protegê-lo:

    Assim diz Jeová: ‘Voltarei para Sião e residirei em Jerusalém. E Jerusalém será chamada de cidade da verdade; e o monte de Jeová dos exércitos, de monte santo. (…) Assim diz Jeová dos exércitos: ‘Embora isso possa parecer difícil demais para o restante deste povo naqueles dias, deveria parecer difícil demais também para mim?’ diz Jeová dos exércitos. (…) E eu os trarei de volta, e eles morarão em Jerusalém; eles se tornarão o meu povo, e eu me tornarei o seu Deus em verdade e justiça.’”

    9 “Assim diz Jeová dos exércitos: ‘Fortaleçam as suas mãos, vocês que agora ouvem estas palavras da boca dos profetas, as mesmas palavras ditas no dia em que se lançou o alicerce da casa de Jeová dos exércitos para se construir o templo. 10 Pois antes daquele tempo não havia pagamento pelo trabalho dos homens nem dos animais; e, por causa do inimigo, não havia segurança para ir e vir, pois eu havia posto todos os homens uns contra os outros.’

    11 “‘Mas agora não tratarei o restante deste povo como fiz no passado’, diz Jeová dos exércitos. 12 ‘Pois será semeada a semente da paz; a videira produzirá os seus frutos, a terra dará a sua produção, e os céus darão o seu orvalho; e eu farei com que o restante deste povo herde tudo isso. 13 E assim como vocês se tornaram exemplo a ser citado em maldições entre as nações, ó casa de Judá e casa de Israel, assim eu os salvarei, e vocês se tornarão uma bênção. Não tenham medo! Que as suas mãos sejam fortes.’

    14 “Pois assim diz Jeová dos exércitos: ‘“Assim como decidi trazer a vocês calamidade quando os seus antepassados me deixaram indignado”, diz Jeová dos exércitos, “e não lamentei isso, 15 agora estou decidido a fazer o bem a Jerusalém e à casa de Judá. Não tenham medo!”’

    16 “‘Estas são as coisas que vocês devem fazer: falem a verdade uns com os outros, e os julgamentos nos seus portões devem promover a verdade e a paz. 17 Não tramem no coração o mal uns contra os outros nem amem juramentos falsos; pois eu odeio todas essas coisas’, diz *Jeová (YHWH)(Zacarias 8:3,6,8-17).

    * YHWH é o tetragrama, de quatro letras para o Nome Divino. Na Tradução do Novo Mundo da Bíblia, aparece com a vocalização comumente usada por séculos como « Jeová ». Essa vocalização é duplamente imprecisa porque insere a pronúncia J em vez de I (i) ou Y, e o V correspondente a W, que deve ser pronunciado « U » (não V). A vocalização correta do Tetragrama é YeHu(W)aH, Yehuah. A vocalização imprecisa « Jeová » é mantida na tradução bíblica utilizada, assim como a vocalização imprecisa de « Jesus », pronunciada Yeshua ou Yeshua, é mantida por ser a mais conhecida aos leitores (clique no link para examinar o estudo sobre o Nome Divino com mais detalhes: O Nome Divino, YHWH, é pronunciado como está escrito).

    Essas palavras de encorajamento foram dirigidas aos judeus que haviam retornado da Babilônia para Jerusalém, uma cidade em ruínas e um templo que necessitava de reconstrução completa. Por meio de profetas como Zacarias e Ageu, Deus os tranquilizou, prometendo sua proteção. Além disso, Zorobabel, Yeshua, Esdras e Neemias desempenharam um papel fundamental na reconstrução da cidade, do templo e da administração governamental de Israel, da tribo de Judá e de Jerusalém. A passagem em Zacarias 8:23 está situada nesse contexto histórico.

    “Assim diz Jeová dos exércitos: ‘Naqueles dias, dez homens de todas as línguas das nações agarrarão, sim, agarrarão firmemente a túnica de um judeu, dizendo: “Queremos ir com vocês, pois ouvimos que Deus está com vocês”” (Zacarias 8:23).

    Foi Jesus Cristo, em particular, quem explicou como essa profecia se cumpriria em escala global, especialmente ao pregar para uma mulher samaritana:

    “Vocês adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação se origina dos judeus” (João 4:22). Jesus Cristo explicou à mulher samaritana que seu Pai usou seu relacionamento especial com Israel para planejar a salvação eterna de toda a humanidade. Abraão, Isaque e Jacó são os fundadores dessa nação (Mateus 8:11).

    O homem Jesus Cristo, um judeu, é a principal descendência de Abraão, por meio dele as nações serão abençoadas (Gálatas 3:16). Embora esta relação especial tenha acabado com Israel, Deus continua a amar o povo judeu, como todas as nações, que ele criou porque Deus não é parcial: “Em vista disso, Pedro começou a falar; ele disse: “Agora eu entendo claramente que Deus não é parcial, mas, em toda nação, ele aceita aquele que o teme e faz o que é direito” (Atos 10:34,35; 17:26).

    Não obstante, a profecia de Zacarias mostra que Deus fará com que a menção de Israel, Jerusalém e Judá seja eterna entre todas as nações: « Grite de alegria, ó filha de Sião; pois estou chegando, e vou residir no seu meio”, diz Jeová. “Naquele dia muitas nações se unirão a Jeová e se tornarão meu povo; e eu vou residir com você.” E você terá de saber que Jeová dos exércitos me enviou a você.  Jeová tomará posse de Judá como sua porção no solo sagrado, e ele voltará a escolher Jerusalém. Fique toda a humanidade em silêncio perante Jeová, porque, da sua santa morada, ele está tomando ação » (Zacarias 2:10-13; capítulo 8; Ezequiel 40-48).

    Porém, sua nação agora é espiritual, é « o Israel de Deus »: « Que haja paz e misericórdia sobre todos os que vivem de acordo com essa regra, sim, sobre o Israel de Deus » (Gálatas 6:16). O Reino de Deus, a noiva de Cristo, a « Nova Jerusalém », governará a terra: « Vi também a cidade santa, a Nova Jerusalém, descendo do céu, da parte de Deus, e preparada como noiva adornada para o seu marido. Então ouvi uma voz alta do trono dizer: “Veja! A tenda de Deus está com a humanidade; ele residirá com eles, e eles serão o seu povo. O próprio Deus estará com eles. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais tristeza, nem choro, nem dor. As coisas anteriores já passaram”” (Apocalipse 21:2-4).

    De acordo com a profecia de Zacarias, a Jerusalém atual será destruída por um terremoto durante a grande tribulação (Zacarias 14:3-5). Jesus Cristo repetiu esta importante informação em Mateus 24:2: “Em vista disso, ele lhes disse: “Não estão vendo todas estas coisas? Eu lhes digo a verdade: De modo algum ficará aqui pedra sobre pedra sem ser derrubada”.

    O Reino de Deus na terra governará as « doze tribos de Israel », isto é, a grande multidão que terá sobrevivido à grande tribulação e os ressuscitados terrestres: « Jesus lhes disse: “Eu lhes garanto: Na recriação, quando o Filho do Homem se sentar no seu trono glorioso, vocês que me seguiram se sentarão em 12 tronos e julgarão as 12 tribos de Israel” (Mateus 19:28; João 5:28,29; Apocalipse 7:9-17).

    ***

    « E tenho outras ovelhas, que não são desse aprisco; a essas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz e se tornarão um só rebanho, com um só pastor »

    (João 10:16)

    Ao lermos cuidadosamente João 10: 1-16, notamos que o tema central é a identificação do Messias como um verdadeiro pastor para seus discípulos, as ovelhas.

    Em João 10:1 e João 10:16, está escrito: “Digo-vos em toda a verdade: Quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas galga por outro lugar, esse é um ladrão e saqueador. (…) E tenho outras ovelhas, que não são deste aprisco; a estas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz e se tornarão um só rebanho, um só pastor ». Este “aprisco” representa o território onde pregava Jesus Cristo, a Nação de Israel, no contexto da lei mosaica: “A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes ordens: “Não vos desvieis para a estrada das nações, e não entreis em cidade samaritana; mas, ide antes continuamente às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 10:5,6). « Em resposta, ele disse: “Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” » (Mateus 15:24). Este aprisco é também a « casa de Israel ».

    Em João (10:1-6) está escrito que Jesus Cristo se apresentou à porta do aprisco: « Digo-lhes com toda a certeza: Quem não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e saqueador. 2 Mas quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. 3 O porteiro abre para ele, e as ovelhas escutam a sua voz. Ele chama por nome as suas ovelhas e as leva para fora. 4 Depois de retirar todas as suas ovelhas, ele vai à frente delas, e elas o seguem, porque conhecem a sua voz. 5 De modo algum seguirão um estranho, mas fugirão dele, porque não conhecem a voz de estranhos.” 6 Jesus fez essa comparação, mas eles não entenderam o que ele lhes disse » (João 10:1-6).

    Aconteceu na época de seu batismo. O « porteiro » foi João Batista (Mateus 3:13). Ao se batizar Jesus se tornou o Cristo. João Batista abriu a porta para ele e testificou que Jesus é o Cristo e o Cordeiro de Deus: « Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! » (João 1:29-36).

    Em João (10:7-15), mantendo o mesmo tema messiânico, Jesus Cristo usa outra ilustração ao se referir a si mesmo como a « porta »: « Por isso, Jesus disse de novo: “Digo-lhes com toda a certeza: Eu sou a porta das ovelhas. 8 Todos os que vieram em meu lugar são ladrões e saqueadores; mas as ovelhas não os escutaram. 9 Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; entrará e sairá, e achará pastagem. 10 O ladrão só vem para furtar, matar e destruir. Eu vim para que tivessem vida, e a tivessem na mais plena medida. 11 Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. 12 O empregado, que não é pastor e a quem não pertencem as ovelhas, quando vê o lobo chegando, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e espalha; 13 ele foge porque é um empregado e não se importa com as ovelhas. 14 Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e as minhas ovelhas me conhecem, 15 assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e eu dou a minha vida pelas ovelhas » (João 10:7-15).

    Jesus Cristo usa uma metáfora diferente ao se referir a si mesmo como a porta e, mais tarde, como o único caminho para a vida eterna: “Jesus disse-lhe: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”” (João 14:6).

    A partir do versículo 9, na mesma passagem (a ilustração muda mais uma vez), ele se refere a si mesmo como o pastor que cuida de suas ovelhas, guiando-as para dentro e para fora para encontrar pastagem, para alimentá-las. O ensino se concentra tanto nele quanto em como ele cuida de suas ovelhas. Jesus Cristo é o excelente pastor que dará a sua vida por seus discípulos e que ama suas ovelhas (diferentemente do empregado, que não é pastor, que não vai arriscar a sua vida por ovelhas que não lhe pertencem).

    Mais uma vez, o ponto central do ensino de Cristo é Ele mesmo como o pastor que se sacrificará por suas ovelhas. Ele anuncia profeticamente, no momento de sua declaração, que dará a sua vida por suas ovelhas, porque elas são suas, porque o Pai as deu. Ele sacrificou a sua vida por elas para que pudessem obter a vida eterna: “Assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em troca de muitos” (Mateus 20:28; João 3:16, 36; 17:3). O tema principal permanece sendo Jesus Cristo como Messias, como pastor (João 10:1-6) e como a porta e o pastor que cuida ativamente de suas ovelhas (João 10:7-15).

    Em João (10:16-18), ele anuncia que seu rebanho de ovelhas, na época de seus pronunciamentos, aumentará consideravelmente: « E tenho outras ovelhas, que não são desse aprisco; a essas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz e se tornarão um só rebanho, com um só pastor. 17 É por isso que o Pai me ama, porque entrego a minha vida, para que eu possa recebê-la de novo. 18 Ninguém a tira de mim, mas eu a entrego de minha própria iniciativa. Tenho o direito de entregá-la e tenho o direito de recebê-la de novo. Recebi esse mandamento do meu Pai » (João 10:16-18).

    Lendo esses versículos, considerando o contexto dos anteriores, Jesus Cristo anuncia uma ideia revolucionária na época, de que sacrificaria sua vida não só em benefício de seus discípulos judeus (no aprisco), mas também em favor de outros discípulos que não fariam parte deste aprisco de Israel. A prova disso é que a última ordem que ele dá aos seus discípulos, a respeito da pregação, é esta: “Sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até à parte mais distante da terra » (Atos 1:8). É precisamente durante o batismo de Cornélio que as palavras de Cristo em João 10:16 começaram a ser realizadas (veja o relato histórico de Atos capítulo 10).

    Assim, as « outras ovelhas » de João 10:16 se aplicam aos cristãos não judeus na carne. Em João 10: 16-18 é descrita a unidade na obediência das ovelhas ao Pastor Jesus Cristo. Ele também falou de todos os seus discípulos em seus dias como um « pequeno rebanho »: « Não temas, pequeno rebanho, porque vosso Pai aprovou dar-vos o reino » (Lucas 12:32).  Alguns usam esse texto para contrastar os 144.000 do livro do Apocalipse, que são considerados o pequeno rebanho, com a grande multidão mencionada no mesmo livro, desta vez referindo-se a eles como as outras ovelhas de João 10:16 (Apocalipse, capítulo 7). Essa interpretação respeita o contexto histórico das declarações de Cristo? Não.

    No Pentecostes de 33 E.C., os discípulos de Cristo eram apenas 120 (Atos 1:15). No restante do relato de Atos, lemos que seu número será de alguns milhares (Atos 2:41 (3.000 almas); Atos 4:4 (5.000)). Seja como for, os novos cristãos, quer no tempo de Cristo, como no dos apóstolos, representavam um « pequeno rebanho » em relação à população geral da nação de Israel e depois com as outras nações da época.

    “De todas as nações, tribos, povos e línguas”

    (Apocalipse 7:9)

    A citação acima, referente à grande multidão, não significa que ela, sozinha, represente as outras ovelhas (João 10:16). Vale lembrar que, na época de Cristo e dos apóstolos, as outras ovelhas representavam os discípulos de Cristo, não israelitas de nascimento, mas sim pessoas de outras nações. Portanto, entre as outras ovelhas, haveria discípulos que faziam parte dos 144.000, dos membros da grande multidão e dos ressuscitados (Apocalipse 7; 14:1-5 e capítulo 20).

    O texto acima destaca três expressões que ilustram a unidade ou a harmonia na diversidade de nações, tribos, povos e línguas. O Pai Celestial e Seu Filho, por meio de Seu Reino, unirão os diversos povos, levando em consideração suas diferenças culturais (nações), tribais (tribos) e raciais (povos e línguas). Haverá uma harmonia cujo propósito será unificar na diversidade, particularmente por meio da adoração a Deus: « Naquele tempo, mudarei a língua dos povos para uma língua pura, Para que todos eles possam invocar o nome de Jeová, A fim de servi-lo ombro a ombro » (Sofonias 3:9). Haverá nações, sem nacionalismo ou patriotismo, tribos, sem tribalismo e diferenças raciais, sem racismo (O fim do patriotismo) e uma unidade nas diversidades culturais, sem globalismo padronizado. Dessa forma, os males do patriotismo e do globalismo, que atualmente causam guerras, fomes e doenças, desaparecerão para sempre. Haverá uma unidade em uma profusão de diversidades, desejadas e criadas por Deus (Atos 17:26).

    Temos de estar unidos como Jesus Cristo pediu a seu Pai

    « Eu peço não somente por estes, mas também por aqueles que depositam fé em mim por meio das palavras deles, para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em união comigo e eu estou em união contigo, para que eles também estejam em união conosco, a fim de que o mundo acredite que tu me enviaste » (João 17:20,21).

    ***

    A Profecia do Livro de Zacarias

    A profecia de Zacarias e seus enigmas proféticos, e as explicações para conhecer o futuro…

    A Profecia de Ezequiel, de Gogue de Magogue (Ezequiel 38 e 39)

    Gog de Magog é uma coalizão de nações que atualmente estão perseguindo o povo de Deus…

    Sinopse do Etudo da Profecia de Daniel

    O estudo da Profecia de Daniel é a análise dos eventos proféticos atuais no Oriente Médio e em todo o mundo…

    Na pergunta em Mateus 24:3, há três palavras importantes que nos permitem entender seu significado e a resposta de Cristo…

    A palavra grega traduzida como « presença », mencionada em Mateus (24:3), é “πάρειμι)” “parousia” (Concordância de Strong (G3952))…

    O relato bíblico mostra que a investidura dum rei à frente dum reino ocorre em duas etapas…

    O versículo 29 descreve os sinais antes da « vinda », não a « presença », do Filho do Homem…

    A Comemoração da Morte de Jesus Cristo (Lucas 22:19)

    Persistam em fazer isso em memória de mim (Lucas 22:19). Como celebrar o memorial da morte de Jesus Cristo…

    A Ressurreição Terrestre dos Justos que Não Serão Julgados (João 5:28, 29)

    Os justos ressuscitados não serão julgados nem examinados, mas obterão uma ressurreição de vida eterna…

    A Ressurreição Terrestre dos Injustos que Serão Julgados (João 5:28, 29)

    Os injustos ressuscitados serão julgados ou examinados antes de possivelmente obterem a vida eterna…

    A Ressurreição Celestial dos 144.000 (Apocalipse 14:1-3)

    Muitos viverão no paraíso, mas poucos irão nos ceus, na presença de Deus…

    O Livro do Apocalipse e a Grande Multidão Vindo da Grande Tribulação (Apocalipse 7:9-17)

    A grande multidão de Apocalipse (7:9-17) será do tamanho da grandeza da misericórdia de Deus…

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  • O que é essa verdade?

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    Interrogation60

    Vocês conhecerão a verdade, e a verdade os libertará

    (João 8:32)

    O que é essa verdade e como nos liberta?

    Entre os leitores da Bíblia e especialmente alguns instrutores da Palavra de Deus, essa declaração é entendida em termos dum conhecimento da verdade bíblica que libertaria alguém das mentiras religiosas comumente ensinadas em muitas congregações cristãs. Por exemplo, saber que a Bíblia não ensina a existência do purgatório, do limbo ou dum inferno de fogo, onde os ímpios seriam torturados eternamente, tem um efeito libertador nas pessoas. De fato, é reconfortante saber que mentiras religiosas como o fogo do inferno, o purgatório, a trindade, a imortalidade da alma e outras superstições relacionadas ao ocultismo não são ensinadas na Bíblia. De certa forma, o conforto da verdade bíblica tem um efeito libertador sobre as pessoas que foram escravizadas por essas superstições e falsos ensinamentos religiosos. Entretanto, é apropriado aplicar a declaração de Cristo (acima) no contexto dum conhecimento preciso da Bíblia que nos libertaria das mentiras religiosas? De acordo com o contexto do Evangelho de João, tal explicação não respeita o contexto imediato da declaração de Cristo e nem mesmo o contexto geral de todo o Evangelho de João.

    Leiamos a declaração de Cristo, desta vez no seu contexto imediato: « Então Jesus disse aos judeus que acreditaram nele: “Se vocês permanecerem nas minhas palavras, são realmente meus discípulos; vocês conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.” Responderam-lhe: “Somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como é que você diz: ‘Vocês ficarão livres’?” Jesus lhes respondeu: “Digo-lhes com toda a certeza: Todo aquele que peca é escravo do pecado. Além disso, o escravo não permanece na casa para sempre; o filho permanece para sempre. Portanto, se o Filho os libertar, vocês serão realmente livres. Sei que vocês são descendentes de Abraão. Mas vocês procuram me matar, porque não aceitam as minhas palavras. Eu falo do que vi enquanto estava com o meu Pai, mas vocês fazem o que ouviram do seu pai.” Em resposta, eles lhe disseram: “Nosso pai é Abraão.” Jesus lhes disse: “Se vocês fossem filhos de Abraão, fariam as obras de Abraão. Mas o fato é que vocês procuram matar a mim, um homem que lhes disse a verdade que ouviu de Deus. Abraão não agiu assim. Vocês fazem as obras do seu pai.” Eles lhe disseram: “Não nascemos de imoralidade. Temos um só Pai, Deus” » (João 8:31-41).

    Que tipo de verdade é essa? Qual é essa verdade da qual Jesus Cristo fala? Este é todo o conhecimento contido na Palavra de Deus ou algo mais?

    Jesus Cristo explica que permanecer em sua Palavra permitirá que alguém conheça esta verdade que o libertará. Os interlocutores judeus ficam ofendidos com o que Cristo diz porque isso implica que eles são escravos, enquanto são descendentes dum homem livre, Abraão. Há um mal-entendido entre o que Cristo diz e o que os judeus entenderam, por isso Jesus Cristo esclarece seu pensamento. Ele lhes diz que é a escravidão do pecado, ou seja, a condição pecaminosa que toda a humanidade herdou de Adão. Essa escravidão leva à morte (Romanos 5:12). Então, com delicadeza, ele os faz entender que é ele, Cristo, quem tem os meios para libertá-los. Jesus Cristo se apresenta como a personificação da verdade que liberta: “Portanto, se o Filho os libertar, vocês serão realmente livres” (João 8:36). Esse entendimento é reforçado por outra declaração que ele fez algum tempo depois: « Jesus lhe respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim » » (João 14:6). Portanto, é óbvio que usar este texto de João 8:32 para explicar que a verdade bíblica liberta das mentiras religiosas é simplesmente impreciso e não respeita o contexto desta declaração de Cristo.

    Embora Jesus Cristo se refira a si mesmo como a verdade que liberta, explica mais especificamente no restante de sua declaração: « Digo-lhes com toda a certeza: Se alguém obedecer às minhas palavras, nunca jamais verá a morte » (João 8:51). Os fundamentalistas religiosos judeus levam sua declaração ao pé da letra, enquanto Jesus Cristo se refere a nunca ver a morte sem a possibilidade de ressurreição. Por exemplo, em outra ocasião, falando aos saduceus que não acreditavam na ressurreição, ao se referir a essa esperança, Jesus Cristo se falou de Abraão, Isaque e Jacó como estando « vivos » na perspectiva dessa esperança: « A respeito da ressurreição dos mortos, vocês não leram o que lhes foi falado por Deus, que disse:  ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’? Ele é o Deus, não de mortos, mas de vivos » (Mateus 22:31,32).

    Então, essa verdade que liberta da escravidão do pecado que leva à morte é a fé na verdade que é Jesus Cristo, que leva à vida eterna: « Pois o salário pago pelo pecado é a morte, mas a dádiva que Deus dá é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor » (Romanos 6:23).

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    A Comemoração da Morte de Jesus Cristo (Lucas 22:19)

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  • Qual é o pecado que não é perdoado?

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    Justice3

    O pecado contra o espírito santo que não tem perdão

    « Por esta razão, eu vos digo: Toda sorte de pecado e blasfêmia será perdoada aos homens, mas a blasfêmia contra o espírito não será perdoada. Por exemplo, quem falar uma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas quem falar contra o espírito santo, não lhe será perdoado, não, nem neste sistema de coisas, nem no que há de vir »

    (Mateus 12:31,32)

    O pecado contra o espírito santo é uma atitude obstinada contra a força ativa de Deus e, mais geralmente, contra seu propósito. Quem quer, que peca contra o espírito santo pratica o pecado de uma forma teimosa. Jesus Cristo, quando na terra, apontou que alguns da classe religiosa dos fariseus haviam pecado contra o espírito santo: « Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra seca para fazer um prosélito, e, quando se torna tal, fazeis dele objeto para a Geena duas vezes mais do que vós mesmos. (…) Serpentes, descendência de víboras, como haveis de fugir do julgamento da Geena? » (Mateus 23:15,33). O Geena era a lixeira ao sul de Jerusalém, fora das muralhas, que simbolizava a destruição completa e, nas palavras de Cristo, uma morte sem ressurreição.

    Como alguns pecaram contra o espírito santo? O discípulo Estevão resumiu muito bem o processo espiritual: « Homens obstinados e incircuncisos nos corações e ouvidos, vós sempre resistis ao espírito santo; assim como fizeram os vossos antepassados, também vós fazeis. A qual dos profetas foi que os vossos antepassados não perseguiram? Sim, mataram os que faziam anúncio antecipado a respeito da vinda do Justo, cujos traidores e assassinos vós vos tornastes agora, vós, os que recebestes a Lei, conforme transmitida por anjos, mas não a guardastes” (Atos 7:51-53).

    Os líderes religiosos dos tempos de Jesus, viram as manifestações milagrosas do Espírito Santo por meio das muitas curas e ressurreições realizadas por Jesus Cristo. Por exemplo, após a ressurreição de Lázaro, o relato do evangelho de João, nos informa que os fariseus procuravam matar não apenas Jesus Cristo, mas também Lázaro (João 11:45-53 (a decisão de matar Jesus); João 12:10 (A decisão de matar Lázaro)). No contexto das palavras de Cristo sobre o pecado contra o espírito santo, os fariseus disseram que Jesus realizava milagres com o espírito do diabo, o que representava uma blasfêmia contra a força ativa de Deus, o espírito santo (Mateus 12:22-30). Aqueles a pecar contra o Espírito Santo são pessoas profundamente más.

    Como evitar esse extremo? O apóstolo Paulo dá a resposta: « Sendo que agora pusestes de lado a falsidade, falai a verdade, cada um de vós com o seu próximo, porque somos membros que se pertencem uns aos outros. Ficai furiosos, mas não pequeis; não se ponha o sol enquanto estais encolerizados, nem deis margem ao Diabo. O gatuno não furte mais, antes, porém, trabalhe arduamente, fazendo com as mãos bom trabalho, a fim de que tenha algo para distribuir a alguém em necessidade. Não saia da vossa boca nenhuma palavra pervertida, mas a que for boa para a edificação, conforme a necessidade, para que confira aos ouvintes aquilo que é favorável. Também, não contristeis o espírito santo de Deus, com que fostes selados para um dia de livramento por meio de resgate » (Efésios 4: 25-30).

    Portanto, não se deve contristar o espírito santo, ou seja, não se envolver em conduta contrária aos mandamentos bíblicos. Aqueles que podem estar acostumados a se envolver nessa má conduta, o próximo passo seria « resistir » ao espírito santo como os fariseus faziam. Alguns podem se perguntar, com temor legítimo, se pecaram contra o espírito. Como saber? Temos de ser tranquilizados enquanto permanecemos vigilantes neste assunto.

    É Deus quem julga através de seu Filho Jesus Cristo quanto a quem pecou contra o espírito santo. É interessante reler e ponderar o relato do filho pródigo (Lucas 16:11-23). Jesus Cristo retrata a misericórdia de Deus na aparência de um pai que pacientemente permite que seu filho siga seu caminho, que vai desde uma atitude fundamentalmente má até aquela que leva ao arrependimento. Esta ilustração mostra como Jeová Deus está pronto para detectar o menor indício de arrependimento de modo a perdoar (1 Reis 18:13 (Jeová viu algo bom no coração do filho de Jeroboão (um rei mau))). Alguns humanos ficam com a consciência carregada pelos muitos pecados que cometeram, alguns deles extremamente graves. O fato de a consciência reagir e nos condenar por nossas más ações, causando grande tristeza, é uma pista importante de que o irreversível não foi alcançado do ponto de vista de Deus.

    Na verdade, há uma tristeza que leva ao arrependimento: « Por isso, mesmo que eu vos tenha entristecido com a minha carta, não o deploro. Embora eu o tenha no princípio deplorado, (vejo que aquela carta vos entristeceu, embora por pouco tempo,) agora me alegro, não porque fostes entristecidos, mas porque fostes entristecidos até o arrependimento; pois fostes entristecidos de modo piedoso, para que não sofrêsseis dano em algo devido a nós. Porque a tristeza de modo piedoso produz arrependimento para a salvação que não se há de deplorar; mas, a tristeza do mundo produz a morte. Pois, esta mesma coisa, a de serdes entristecidos de modo piedoso, eis que grande seriedade produziu em vós, sim, a vossa reabilitação, sim, indignação, sim, temor, sim, saudade, sim, zelo, sim, o endireitamento do errado! Demonstrastes em todo sentido que sois castos neste assunto » (2 Coríntios 7:8-11; Isaías 1:18 « Vinde, pois, e resolvamos as questões entre nós”, diz Jeová. “Embora os vossos pecados se mostrem como escarlate, serão tornados brancos como a neve; embora sejam vermelhos como pano carmesim, tornar-se-ão como a lã » »).

    No entanto, estejamos constantemente vigilantes quanto ao uso da nossa linguagem, porque é com ela que este pecado irreversível pode ser cometido, segundo Jesus Cristo: “Pois é pelas tuas palavras que serás declarado justo e é pelas tuas palavras que serás condenado » (Mateus 12:33-37; compare com Mateus 5:22 « Ao passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à Geena ardente » »). Ao longo do Capítulo 3 da Carta do Discípulo Tiago, se descreve o bom e o mau uso da língua. Neste capítulo, de forma pictórica, Tiago mostra também que é com a língua que se pode cometer este pecado imperdoável: “Ora, a língua é um fogo. A língua constitui um mundo de injustiça entre os nossos membros, pois mancha todo o corpo e incendeia a roda da vida natural, e é incendiada pela Geena” (Tiago 3:6). Manifestemos la sabedoria de cima para nos protegermos espiritualmente de cometer o irreparável do ponto de vista de Deus e de seu Filho Jesus Cristo, a quem confiou o julgamento: “Mas a sabedoria de cima é primeiramente casta, depois pacífica, razoável, pronta para obedecer, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, sem hipocrisia. 18 Além disso, o fruto da justiça tem a sua semente semeada sob condições pacíficas para os que fazem paz » (Tiago 3:17,18).

    Cometer um pecado

    ou praticar o pecado

    Quem pratica o pecado, se origina do diabo: « Todo aquele que pratica o pecado está praticando também o que é contra a lei, e o pecado é aquilo que é contra a lei. 5 Vocês sabem também que ele foi manifestado para tirar os nossos pecados, e não há pecado nele. 6 Todo aquele que permanece em união com ele não pratica o pecado; ninguém que pratica o pecado o viu, nem chegou a conhecê-lo. 7 Filhinhos, que ninguém os desencaminhe. Quem pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. 8 Quem pratica o pecado se origina do Diabo, porque o Diabo está pecando desde o princípio. Com este objetivo o Filho de Deus foi manifestado: para desfazer as obras do Diabo. 9 Todo aquele que nasceu de Deus não pratica o pecado, pois a Sua semente permanece nele, e ele não pode praticar o pecado, pois nasceu de Deus. 10 Desta forma sabemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do Diabo: aquele que não pratica a justiça não se origina de Deus, nem aquele que não ama o seu irmão. 11 Porque esta é a mensagem que vocês ouviram desde o princípio: devemos amar uns aos outros; 12 não como Caim, que se originou do Maligno e matou o seu irmão. E por que motivo o matou? Porque as suas próprias obras eram más, mas as do seu irmão eram justas » (1 João 3:4-12).

    O apóstolo João menciona a prática do pecado, ou seja, ter uma conduta contínua e voluntária no pecado. Nos versículos 7 e 8, faz a comparação com o homem que pratica a justiça sendo seu modo de vida e o homem que pratica o pecado e que também é um modo de vida diferente do justo. Assim, a prática do pecado é diferente do fato de cometer um pecado, sendo um ato isolado, que pode ser o resultado duma fraqueza humana. O apóstolo Paulo mostrou, como o apóstolo João, que esse tipo de pecado isolado, feito por fraqueza, pode ser perdoado com base no valor expiatório do sacrifício de Cristo (Romanos 7:21-25).

    João dá um exemplo de prática do pecado, um sentimento contínuo de ódio contra seu próximo: « Não se admirem, irmãos, de que o mundo os odeia. 14 Nós sabemos que passamos da morte para a vida porque amamos os irmãos. Quem não ama permanece na morte. 15 Todo aquele que odeia o seu irmão é assassino, e vocês sabem que a vida eterna não permanece em nenhum assassino. 16 Por meio disto chegamos a conhecer o amor: ele entregou a vida por nós, e nós temos a obrigação de entregar a vida pelos nossos irmãos. 17 Mas se alguém tem os bens deste mundo e vê o seu irmão passando necessidade, e ainda assim se recusa a lhe mostrar compaixão, de que modo o amor de Deus permanece nele? 18 Filhinhos, devemos amar não em palavras nem com a língua, mas em ações e em verdade » (1João 3:13-18).

    Como Jesus Cristo ensinou, o pecado por intenção no coração, ou pela expressão de maus sentimentos de ódio no coração, é um pecado sério, mesmo que não seja materializado em ações (como um homicídio ou um assassinato) (Mateus 5:28). João escreve que alguém que tem ódio por seu irmão já é um homicídio e, portanto, ele não cumpre as condições exigidas por Deus, para obter a vida eterna.

    Pecado que não incorre em morte

    ou o pecado que incorre em morte

    « Se alguém vir seu irmão cometendo um pecado que não incorre em morte, ele pedirá, e Deus lhe dará vida, sim, aos que não cometerem um pecado que incorre em morte. Há um pecado que incorre em morte. Não é a respeito desse pecado que eu digo que ele deve orar. 17 Toda injustiça é pecado; contudo, há um pecado que não incorre em morte. 18 Sabemos que todo aquele que nasceu de Deus não pratica o pecado, mas aquele que nasceu de Deus vigia sobre ele, e o Maligno não pode pôr as mãos nele » (1 João 5:16-18).

    Como escreveu o apóstolo Paulo, o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23). Assim, segundo o apóstolo João, o pecado que não incorre em morte, é aquele que permite o perdão de Deus, com base no sacrifício de Cristo. O pecado que incorre em morte, segundo o versículo 18, é o que é praticado de forma contínua e voluntariamente, neste caso, o sacrifício de Cristo não se aplica. Nem é útil orar a favor duma pessoa que pratica constantemente o pecado. O apóstolo Paulo escreveu uma ideia semelhante sobre a prática do pecado voluntário, que não pode ser perdoado e que, portanto, incorre em morte: « Pois, no que se refere àqueles que já foram esclarecidos, provaram a dádiva celestial, tornaram-se participantes do espírito santo e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do futuro sistema de coisas, mas se desviaram, é impossível que sejam levados novamente ao arrependimento; porque eles pregam de novo para si mesmos o Filho de Deus na estaca e o expõem à desonra pública » (Hebreus 6:4-6).

    ***

    O que é o pecado?

    Deus me perdoou?

    O Homem Espiritual e o Homem Físico (1 Coríntios 2:14-16)

    Porém, o homem espiritual examina todas as coisas, mas ele mesmo não é examinado por ninguém…

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  • Podemos adorar Jesus Cristo?

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    Biblelecture34

    « E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz:

    E todos os anjos de Deus o adorem »

    (Hebreus 1:6 – ACF Almeida Corrigida Fiel)

    Existem perguntas cujas respostas não podem ser binárias, ou seja, respondidas com um simples “Sim” ou “Não”. Responder a esta pergunta com um simples “Sim”, pode criar vários mal-entendidos. Por exemplo, para alguns cristãos, isto significaria sugerir que podemos adorá-lo dirigindo orações diretamente a Jesus Cristo (A pronúncia mais precisa do Seu nome, que contém todo o Tetragrama (YHWH), é Yeshua), da mesma forma que o fazemos com seu Pai Celestial, Jeová Deus. Ainda, sugeriria que o Pai e o Filho são duas pessoas numa só, segundo o dogma da Trindade que não é bíblico. Acrescenta-se a esta confusão que na maioria das igrejas cristãs, a relutância, até mesmo a recusa em pronunciar o Nome Divino (YHWH) (A pronúncia mais precisa do Nome Divino YHWH é Yehuah. (O Nome Divino, YHWH, é pronunciado como é escrito)), em suas orações públicas, substituindo-o por « Senhor » (Adonai). Nesta última situação, os cristãos que ouvem estas orações públicas não podem deixar de ficar confusos quanto a quem o pastor que ora publicamente se dirige, a Deus, ao Pai Celestial ou ao seu Filho? Por outro lado, responder com um simples “Não”, contradiria o texto de Hebreus (1:6), mencionado acima. A resposta deve basear-se no contexto bíblico, e também no significado que o verbo “adorar” pode ter no texto grego e hebraico (até aramaico).

    Em primeiro lugar, Jesus Cristo é o Filho de Deus, portanto, ele não é Deus, o Pai Celestial (Mateus 16:13-20). Jesus Cristo disse que seu Pai Celestial é maior do que ele: “Se vocês me amassem, se alegrariam de que vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu” (João 14:28). Além disso, o apóstolo Paulo disse que Deus é o cabeça de Cristo enquanto ele estava no céu, com seu Pai Celestial: “Mas quero que saibam que o cabeça de todo homem é o Cristo; o cabeça da mulher é o homem; e o cabeça do Cristo é Deus” (1 Coríntios 11:3). Alguns tomam o atalho errado de dizer que negar que Jesus Cristo é Deus, o Pai Celestial, é negar sua divindade ou essência divina.

    Ora, não é assim, porque acreditar que Jesus Cristo é o Filho de Deus é também acreditar na sua essência divina ou na sua origem divina: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um deus” (João 1:1). Este texto que muitos crentes na Trindade usam para dizer que Jesus Cristo é Deus, mostra que tal afirmação é errada porque o contexto mostra que não se pode ser alguém e, ao mesmo tempo, estar com essa mesma pessoa que pretende ser; se Jesus Cristo é Deus, como pode ele estar ao mesmo tempo, estar « com » Deus? Por outro lado, como mostra esta tradução, Jesus Cristo é um deus no sentido de que é de essência divina, ou seja, é o único Filho que Deus criou diretamente: « Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas vieram a existir por meio dele, e sem ele nem mesmo uma só coisa veio a existir » (João 1:2,3). Assim, acreditar que Jesus Cristo é o Filho de Deus e não o próprio Deus, não impede acreditar na divindade de Cristo…

    Vamos nos concentrar no verbo “adorar”, em hebraico, aramaico e grego. Na Bíblia existem duas grandes partes, o Antigo Testamento, cujo texto original é geralmente escrito em hebraico (e algumas partes (mais raramente) em aramaico), o Novo Testamento é geralmente escrito em grego. O texto de Hebreus (1: 6), no início do artigo, é traduzido do texto grego.

    O verbo adorar, traduzido da língua hebraica é “shâchâh” (Strong’s Concordance – H7812). Este verbo, dependendo do contexto, pode ter o significado de adorar a Deus, prestar homenagem. As referências bíblicas mencionadas nos parênteses a seguir aludem à adoração exclusiva devida a Jeová Deus (Gênesis 22:5; 2 Crônicas 20:18; Salmos 97:7). Em Daniel 2:46, o verbo “adorar”, no aramaico original (língua síria), é traduzido como prestar homenagem, dependendo do contexto (“çêgid” Strong’s Concordance – H5457 (que vem da palavra aramaica “çâgad” , que significa prostrar-se em homenagem): “Então o rei Nabucodonosor se prostrou com o rosto por terra diante de Daniel e lhe prestou homenagem (« çêgid »). E mandou que se oferecesse a ele um presente e incenso” (Daniel 2:46). Este texto é muito interessante, pois mostra que um humano subordinado, Daniel, é homenageado por um humano que é superior a ele em sua posição, o rei Nabucodonosor. É bastante óbvio, dependendo do contexto, que o verbo “adorar” no seu sentido literal (como adorar um deus) teria sido inapropriado e a expressão “prestar homenagem” é inteiramente consistente com o contexto.

    O verbo adorar, traduzido do grego, é “proskynéô”, como aparece no texto, no início do artigo, de Hebreus 1:6 (Strong’s Concordance – G4352). Tal como acontece com a palavra de origem hebraica e aramaica, pode ter o significado de adoração exclusiva a Jeová Deus, ou o significado de curvar-se para prestar homenagem a um ser humano. Por exemplo, Jesus Cristo disse em Mateus 4:10 a respeito de adorar exclusivamente eu Pai Celestial: « Pois está escrito: ‘Adore a Jeová (« proskynéô »), seu Deus, e preste serviço sagrado apenas a ele.’ » (Mateus 4:10). Não é difícil entender, dependendo do contexto, que se trata da adoração exclusiva a Jeová Deus, o Pai Celestial, acompanhada dum serviço sagrado. Esta não é uma simples homenagem que se possa prestar a um ser humano.

    Porém, há outros textos onde aparece esse mesmo verbo grego, referente a pessoas que prestam homenagem e que, segundo o contexto, não é um ato de adoração a um deus. Aqui estão alguns textos:

    O relato em Mateus capítulo 2 menciona a homenagem dos astrólogos ao menino Jesus: “Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, veja, astrólogos do Oriente vieram a Jerusalém, 2 dizendo: “Depois que Jesus nasceu em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, astrólogos vindos do Oriente chegaram a Jerusalém, dizendo: “Onde está aquele que nasceu para ser rei dos judeus? Pois vimos a sua estrela quando estávamos no Oriente e viemos lhe prestar homenagem » (“proskynéô”) (…) Ao enviá-los a Belém, ele disse: “Vão, procurem cuidadosamente a criancinha e, quando a encontrarem, avisem-me, para que eu também possa ir e lhe prestar homenagem ». (“proskynéô”) (…) Ao entrarem na casa, viram a criancinha com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, prestaram homenagem à criancinha (“proskynéô”). Abriram também seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, olíbano e mirra” (Mateus 2:1,2,8,11). Segundo o contexto desta passagem, os astrólogos não realizaram um ato de adoração ao menino Jesus, pois José e Maria, os pais responsáveis ​​da criança, não teriam aceitado tal coisa. Na verdade, é uma simples homenagem ao menino Jesus.

    Em Marcos 15:19, está escrito que os soldados do Governador Pilatos zombaram de Jesus Cristo fingindo homenageá-lo como rei, é o mesmo verbo grego “proskynéô”, que é mencionado.

    Em Lucas 24:50-53 está escrito que os discípulos prestaram homenagem ao ressuscitado Jesus Cristo após sua ascensão: « Então ele os levou para fora, até Betânia, ergueu as mãos e os abençoou. Enquanto os abençoava, foi separado deles e levado para o céu. E se curvaram diante dele e voltaram para Jerusalém com grande alegria. E estavam constantemente no templo, louvando a Deus ».

    Em João 9:38 está escrito que quando um homem foi curado de sua cegueira, ele prestou homenagem a Jesus Cristo: “O homem disse: “Eu tenho fé nele, Senhor!” E se curvou diante dele (lhe prestou homenagem (« proskynéô »)) ». Neste caso, o ex-cego tem agradecido a Jesus Cristo, curvando-se diante dele. O relato do Evangelho de Lucas mostra como um homem curado da lepra veio prestar homenagem a Jesus Cristo: “Um deles, quando viu que estava curado, voltou, glorificando a Deus em alta voz. E se prostrou com o rosto por terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe. E ele era samaritano. Jesus disse em resposta: “Todos os dez foram purificados, não foram? Então, onde estão os outros nove? Nenhum deles voltou para dar glória a Deus, a não ser este homem de outra nação? » » (Luc 17:15-18). Está escrito que ele deu glória a Deus, dando graças a Jesus Cristo, prostrando-se com o rosto aos pés de Jesus Cristo. Este homem obviamente prestou homenagem a Cristo, porém, para ele este ato de agradecimento que lhe foi dirigido, foi uma forma de dar glória ao seu Pai Celestial (versículo 18).

    Em Atos 10:25 está escrito que Cornélio prestou homenagem a Pedro: “Quando Pedro entrou, Cornélio foi ao seu encontro, se prostrou aos pés dele e lhe prestou homenagem (“proskyneô”)”. Contudo, o apóstolo Pedro apontou isso ao responder-lhe que ele era apenas seu semelhante, e que, portanto, não merecia que Cornélio caísse a seus pés, como poderia ter feito na presença de Cristo, por exemplo: “Mas Pedro o levantou, dizendo: “Fique de pé! Eu também sou apenas um homem”” (Atos 10:26).

    O último exemplo bíblico mostra, neste caso, que o apóstolo João, sob a influência da emoção, curvou-se de forma inadequada diante do anjo que lhe deu as revelações, o que indicava um ato de adoração, e não uma simples homenagem: “Então eu me prostrei diante dos seus pés para adorá-lo (« proskynéô »). Mas ele me disse: “Cuidado! Não faça isso! Sou apenas coescravo seu e dos seus irmãos, que têm a obra de dar testemunho de Jesus. Adore a Deus! (« proskynéô ») Pois dar testemunho de Jesus é o que inspira as profecias” (…) Eu, João, era quem ouvia e via essas coisas. Quando as ouvi e vi, me prostrei aos pés do anjo que me havia mostrado essas coisas, para adorá-lo (« proskynéô »). Mas ele me disse: “Cuidado! Não faça isso! Sou apenas coescravo seu e dos seus irmãos, os profetas, e dos que obedecem às palavras deste rolo. Adore a Deus ». (« proskynéô ») » (Apocalipse 19:10 ; 22:8,9). Em ambos os casos, o anjo lhe diz para adorar a Deus, enquanto menciona Cristo como a inspiração das profecias, a Palavra (Logos) de Deus.

    Dadas as informações acima, podemos entender melhor o significado de Hebreus 1:6 segundo a Tradução (ACF) Almeida Corrigida Fiel: “E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” (Hebreus 1:6. Bíblia (ACF)). No entanto, a Tradução Ecumênica da Bíblia (TEB), traduz o verbo « adorar » com ‘curvar-se’ ou ‘prostrar-se’.

    O livro do Apocalipse mostra claramente que devemos fazer esta diferença entre adorar a Deus e prestar homenagem a Cristo. Em Apocalipse 3:9, está escrito que Jesus Cristo anuncia que os inimigos duma das sete congregações prestariam homenagem (“proskyneô”) aos seus discípulos: “Veja, eu farei os da sinagoga de Satanás — que se dizem judeus, mas não são e estão mentindo — vir e se curvar diante dos seus pés (“proskyneô”) e os farei saber que eu amo você”.

    Portanto, Hebreus 1:6, é um convite para prestar homenagem a Cristo e não da mesma forma que se adora ao Pai Celestial. É somente a Jeová Deus, o Pai Celestial, que devemos orar por meio de Cristo (1 Timóteo 2:5).

    Devemos adorar exclusivamente a Jeová Deus, o Pai Celestial: « Sempre que as criaturas viventes dão glória, honra e agradecimentos Àquele que está sentado no trono, Aquele que vive para todo o sempre, os 24 anciãos se prostram diante Daquele que está sentado no trono, adoram Aquele que vive para todo o sempre e lançam suas coroas diante do trono, dizendo: “Digno és, Jeová, nosso Deus, de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas vieram à existência e foram criadas” » (Apocalipse 4:9-11).

    Jeová Deus, o Pai Celestial, deseja que todas as criaturas inteligentes, tanto no céu como na terra, prestem homenagem ao seu Filho, Jesus Cristo: « E cantam um novo cântico: “O senhor é digno de pegar o rolo e de abrir os seus selos, pois foi morto e com o seu sangue comprou pessoas para Deus, de toda tribo, língua, povo e nação, e fez deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra.” Eu olhei, e ouvi a voz de muitos anjos em volta do trono, das criaturas viventes e dos anciãos, e o número deles era de miríades de miríades e milhares de milhares, e eles estavam dizendo em alta voz: “O Cordeiro que foi morto é digno de receber o poder, as riquezas, a sabedoria, a força, a honra, a glória e a bênção.” E eu ouvi toda criatura no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, sim, tudo que há neles, dizer: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro seja a bênção, a honra, a glória e o poder para todo o sempre.” As quatro criaturas viventes diziam: “Amém!” e os anciãos se prostraram e adoraram » (Apocalipse 5:9-14).

    ***

    Os Ensinos Básicos da Bíblia (Hebreus 6:1-3)

    Como Orar a Deus (Mateus 6:5-13)

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  • O Nome Divino, YHWH, pertence a Deus

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    Tétragramme7

    É importante lembrar esta ideia simples, porém significativa: o Nome Divino, YHWH (Yehuah), pertence somente a Deus e, portanto, Ele o concede a quem quiser. É claro que muitas pessoas ao redor do mundo têm nomes teofóricos que contêm, em parte, e geralmente contêm, um diminutivo do Nome Divino de nascimento. Contudo, o propósito espiritual do título desta meditação bíblica não se refere a essas situações comuns, mas sim a uma compreensão mais profunda do significado espiritual do Nome Divino YHWH (Yehuah) pertencente ao Pai Celestial.

    O Nome Divino YHWH (Yehuah) representa a glória de Deus. Representa a glória de Deus por meio das ações extraordinárias que Ele realiza, de modo que o significado do Seu nome é determinado pela ação que Ele executa: « Eu Me Tornarei O Que Eu Decidir Me Tornar » (Êxodo 3:14). Seu propósito gira em torno do Nome Divino YHWH (Yehuah), como fica evidente na oração de Jesus Cristo em João 17: “Não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Santo Pai, vigia sobre eles por causa do teu nome, o nome que me deste, para que sejam um, assim como nós somos um. Quando eu estava com eles, vigiava sobre eles por causa do teu nome, o nome que me deste; e eu os protegi, e nenhum deles foi perdido, exceto o filho da destruição, para que se cumprisse a passagem das Escrituras” (João 17:11-12). Jesus Cristo agiu “por causa do seu nome (por causa do teu nome)”. “Simeão relatou em detalhes como Deus, pela primeira vez, voltou sua atenção para as nações, a fim de tirar delas um povo para o Seu nome” (Atos 15:14). Este texto expressa uma ideia semelhante, mostrando que Deus tem um povo “para o Seu nome”, portanto, o significado do seu Nome gira em torno da sua vontade. Aliás, e essa ideia será examinada mais adiante, Deus tem um povo « para » o Seu nome, não um povo que « leva » o seu nome. O nome Israel, que representava o povo de Deus nos tempos bíblicos, não continha o Tetragrama, portanto não levava o Nome Divino, YHWH (Yehuah).

    Na mesma oração, Jesus Cristo mostrou que conhecer o Nome Divino, YHWH (Yehuah), significa associá-lo ao amor que Deus demonstra por suas criaturas celestiais e terrestres: “Eu tornei o teu nome conhecido a eles, e o tornarei conhecido, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu em união com eles” (João 17:26). “Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1 João 4:8). Conhecer a Deus é tanto conhecer o seu Nome quanto compreender o registro de suas ações, que nos permitem entender que Deus é amor.

    Embora o Nome Divino YHWH (Yehuah) esteja ligado à sua fama e ao registro de suas muitas ações, também simboliza a sua autoridade. Em Êxodo, lemos que Deus informou ao povo de Israel que enviaria um anjo a sua frente: “Enviarei um anjo à sua frente para protegê-lo pelo caminho e para fazê-lo entrar no lugar que preparei. Preste atenção a ele e obedeça à sua voz. Não se rebele contra ele, porque ele não perdoará as suas transgressões, pois o meu nome está nele” (Êxodo 23:20,21). Deus não mencionou diretamente o nome do anjo, mas sim que o seu nome continha o Nome Divino, representando a autoridade de Deus conferida a esse anjo.

    Mais tarde, Jesus Cristo (Yeshua), que literalmente levava o Nome Divino em seu nome dado por Deus ao nascer, herdaria a autoridade de Deus: « Ela dará à luz um filho, e terás de dar-lhe o nome de Jesus (Yeshua) » (Mateus 1:21). Antes de ascender aos céus, Jesus Cristo disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra » (Mateus 28:18). Isso significa que, quando Deus dá o Seu Nome, Ele concede o direito de exercer a Sua autoridade (ou uma parte dela). Portanto, lembrar que o Nome Divino, YHWH (Yeshua), pertence a Deus significa que Ele o concede àquele que Ele escolhe para exercer a Sua autoridade (neste exemplo, foi à Jesus Cristo, Seu Filho). Isso significa que nenhum grupo religioso pode se apoderar do Nome Divino, YHWH (Yehuah), sem a permissão de Deus, com o propósito de exercer qualquer autoridade sobre o povo que lhe pertence por causa do seu nome (Atos 15:14).

    Os amigos e os inimigos do Nome Divino, YHWH

    “Não use o nome de Jeová, seu Deus, em vão, pois Jeová não deixará impune aquele que usar Seu nome em vão”

    (Êxodo 20:7)

    Como, ao longo da história da humanidade, alguns, individualmente ou em grupo, se comportaram ou estão se comportando como amigos do Nome Divino, YHWH (Yehuah), enquanto outros se comportam como inimigos? Esta análise será baseada principalmente em fatos bíblicos e históricos, apresentados de maneira bastante simplificada (os leitores interessados ​​no assunto podem desejar realizar pesquisas pessoais mais aprofundadas).

    O tema pode ser introduzido por uma declaração de Cristo, feita durante sua oração final ao Pai Celestial: “Tornei o teu nome conhecido aos homens que me deste do mundo. (…) Eu tornei o teu nome conhecido a eles, e o tornarei conhecido, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu em união com eles” (João 17:6, 26). Assim, os amigos do Nome Divino YHWH (Yehuah), como Jesus Cristo, tornam o Nome de Deus conhecido àqueles a quem ensinam ou com quem compartilham as Boas Novas (Mateus 24:14; 28:19-20). Além disso, Jesus Cristo mostrou que o nome de seu Pai Celestial é sagrado, santo, e esse é o significado do pedido expresso na oração do Pai-Nosso: « Santificado seja o teu nome », que seja considerado por cada um de nós como santo, sagrado, e que o usemos duma maneira que o reverencie e o revele ao nosso próximo.

    Por outro lado, os inimigos do Nome Divino estão mais preocupados em ocultá-lo. Por exemplo, alegam que sua pronúncia se perdeu ao longo dos séculos (o que é falso) e, portanto, em caso de dúvida, não é apropriado pronunciá-lo em sua forma mais familiar. Outros acreditam que o Nome é tão sagrado que não deve ser pronunciado, mas sim substituído por títulos como Deus, o Eterno, Senhor ou Adonai (em hebraico). Alguns tradutores da Bíblia ocultaram deliberadamente o Nome Divino YHWH (Jeová), substituindo-o por títulos como o Eterno, o Senhor, que, no entanto, aparece aproximadamente sete mil vezes na Bíblia. Outros ainda têm uma relação mais esotérica com o Nome Divino, envolvendo-o em mistérios que somente os especialistas são capazes de compreender. Todas essas abordagens são contrárias ao que Jesus Cristo fez, ao revelar o Nome Divino. O ensinamento pagão da Trindade contribuiu em grande parte em ocultar o Nome Divino, ao confundir o Pai Celestial com seu Filho. Alguns que creem na Trindade oram usando o título « Senhor », sem deixar claro se estão orando a Deus, o Pai Celestial, ou ao Seu Filho.

    Alguns dirão que Jesus Cristo não usou o Nome de Deus, YHWH, em seus ensinamentos, nem mesmo em suas orações, nos quatro Evangelhos. Isso não significa que Ele não tenha pronunciado o Nome Divino. Por exemplo, quando Jesus Cristo foi à sinagoga em Nazaré para anunciar que havia sido ungido por Seu Pai para realizar Seu ministério terrestre, está escrito em Lucas (4:16-21), que Jesus Cristo leu de Isaías 61:1, contendo o Nome Divino, YHWH (vocalizado nesta tradução da Bíblia como « Jeová »). Isso significa que Jesus usou o Nome Divino, YHWH, no contexto duma leitura pública da Bíblia.

    Além disso, o fato dos Evangelhos não conterem passagens bíblicas que mostrem Jesus Cristo usando diretamente o Nome Divino (YHWH) (exceto no contexto de sua leitura pública em Nazaré) pode ser explicado por sua relação filial direta com seu Pai Celestial. De fato, num relacionamento entre pai e filho, uma criança chamará seu pai ou mãe de « Papai » ou « Mamãe », ou simplesmente « Pai ». Ela não chamará seu pai pelo nome, mas pelo título de « Pai »: « E disse: “Aba, Pai, todas as coisas são possíveis para ti; afasta de mim este cálice. Contudo, não o que eu quero, mas o que tu queres”’ » (Marcos 14:36). A expressão « Aba » é de origem aramaica; significa « Pai » num sentido muito afetuoso. Dentro do contexto desse relacionamento especial com seu Pai Celestial, é compreensível que ele não o chame sistematicamente pelo Seu Nome, mas sim com uma expressão que seja ao mesmo tempo respeitosa e afetuosa. O apóstolo Paulo explicou essa relação estreita entre os filhos de Deus (na terra) e o Pai Celestial, chamando-o de Aba, Pai, e não direta ou sistematicamente pelo Nome Divino, YHWH (Yehuah) (Romanos 8:15; Gálatas 4:6).

    O Nome Divino, YHWH, e as Testemunhas de Jeová

    Para quem não está familiarizado com ela, esta comunidade cristã compreende atualmente 9 milhões de pessoas em todo o mundo, organizadas em aproximadamente 100.000 congregações locais. No entanto, essas congregações não são autônomas em termos de autoridade espiritual, ensino bíblico e até mesmo financeiramente. Essa autoridade é exercida globalmente (na escala mundial), a partir dos Estados Unidos, por um grupo de pessoas chamado de Corpo Governante. Esse grupo é apoiado por uma organização (que eles consideram ser de Deus), para usar seu próprio termo, que nada mais é do que uma corporação multinacional chamada Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower), também conhecida como J.W.ORG (Testemunhas de Jeová ; JW = Jehovah Witnesses), cujo logotipo está estampado na fachada de cada um de seus salões de reuniões (Salões do Reino) e Salões de Assembleias. O controle, ou melhor, sua governança, do Corpo Governante (e da Watch Tower) sobre as 100.000 congregações é alcançado por meio dum descentralização da organização matriz em aproximadamente 170 filiais espalhadas pelo mundo. A autoridade nacional dessas sucursais é exercida por « superintendentes de distrito » que vigiam o trabalho dos « superintendente de circuito » que, por sua vez, vigiam o trabalho dos anciãos (ou administradores), das congregações locais (o superintendente que liga a organização matriz com às outras sucursais é chamado de « superintendente zonal ». Ele é quem supervisiona (ou monitora) a gestão financeira das sucursais).

    Em resumo, se pode ver por esta simples explicação que os cristãos nas 100.000 congregações, que poderiam ser totalmente autônomas espiritualmente, em termos de ensino bíblico e financeiramente em nível local, estão sob a autoridade direta do Corpo Governante, que, na prática, depende da estrutura organizacional da Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower), também conhecida como J.W.ORG. Os cristãos desta organização religiosa, espalhados pelo mundo, não se submetem diretamente à autoridade de Cristo, mas à autoridade do Corpo Governante e da Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower), também conhecida como J.W.ORG, que claramente influencia suas decisões e se interpõe entre eles e Deus. Isso não está de acordo com o que está escrito na Bíblia: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: um homem, Cristo Jesus” (1 Timóteo 2:5).

    Ao ler os capítulos 2 e 3 de Apocalipse, referentes às mensagens de Cristo às sete congregações, o glorificado Jesus Cristo se dirige aos administradores (os anjos ou mensageiros), das congregações locais, e não a uma organização humana globalizada (na escala mundial). Nas explicações que se seguem, é importante distinguir entre as ações dos cristãos locais nessas congregações, que, em sua maioria, podem demonstrar sinceridade e fidelidade a Deus, Seu Filho e à Palavra de Deus, a Bíblia, por um lado, e as ações daqueles que detêm essa autoridade globalizada, localizada principalmente não no céu, onde Cristo está, mas nos Estados Unidos e suas numerosas filiais nacionais. Voltemos, então, ao tema principal: a conexão das Testemunhas de Jeová com o Nome Divino, YHWH, vocalizado como Jeová.

    Essa comunidade cristã global é chamada de Testemunhas de Jeová desde a década de 1930. Antes disso, eram conhecidos como Estudantes da Bíblia. Esse grupo religioso tornou o Nome Divino conhecido em todo o mundo, o que por si só é algo muito bom. Como está escrito na Bíblia, Deus, o Pai Celestial, deseja que o Seu nome seja conhecido em todo o mundo: “Que as pessoas saibam que tu, cujo nome é Jeová, Somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra” (Salmos 83:18).

    Esses cristãos tornaram o Nome Divino, Jeová, conhecido principalmente de duas maneiras: por meio da pregação mundial e de sua tradução da Bíblia, a Tradução do Novo Mundo. Sua pregação agora ocorre em quase todos os países, com aproximadamente cem mil congregações cristãs espalhadas pelo mundo, totalizando em cerca de nove milhões de cristãos. O principal ponto forte da Tradução do Novo Mundo é que ela restaurou o Nome Divino YHWH em sua forma mais familiar, Jeová. Além disso, essa tradução é uma obra de erudição primorosa, agradável de ler porque, além de restaurar o Nome Divino, está escrita em línguas modernas e contemporâneas — isto é, línguas livres de palavras antigas que nem sempre são compreensíveis para um leitor moderno da Bíblia. Na Bíblia de referência de tamanho grande (Rbi8), há inúmeras anotações relacionadas ao Nome Divino.

    Principalmente por meio desses dois aspectos — pregar as Boas Novas com uma tradução da Bíblia que restaurou o Nome Divino ao seu devido lugar — as milhares de congregações cristãs locais das Testemunhas de Jeová têm agido com grande sinceridade como verdadeiros amigos do Nome Divino, Jeová. Além disso, esses cristãos suportaram corajosamente a perseguição em muitos países, alguns até a morte, durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, atrás da Cortina de Ferro, e em muitos outros países. Sua integridade trouxe glória a Deus e ao Seu Nome. Deus lhes concederá, por meio de Cristo, a ressurreição prometida nas Escrituras (João 5:28, 29). Portanto, as observações a seguir não dizem respeito diretamente a esses cristãos, a maioria dos quais é sincera e fiel a Deus e a Cristo e devotada à Palavra de Deus, mas sim dirigidas aos órgãos governantes dessa organização americana globalizada que os governa com mão de ferro. As decisões doutrinárias são tomadas nos Estados Unidos. Consequentemente, o uso que fazem do Nome Divino está ligado à sua maneira de ensinar a Bíblia.

    Em relação ao termo « Testemunhas de Jeová », que se baseia na Bíblia, o problema é que ele não está de acordo com o texto bíblico. O nome religioso se baseia em uma passagem do livro de Isaías: ‘ »Vocês são as minhas testemunhas”, diz Jeová, “Sim, meu servo a quem escolhi »‘ (Isaías 43:10). No contexto imediato, essa era uma declaração circunstancial que não exigia que os israelitas daquela época fossem designados como tal. Por exemplo, em Apocalipse 2:13, lemos que Jesus Cristo designou Antipas, um discípulo que morreu como mártir, como « Antipas, minha testemunha fiel ». Essa era uma designação circunstancial que não implicava que todos os discípulos de Cristo devessem ser chamados de « Testemunhas de Jesus » ou « Fiéis de Jesus ».

    Além disso, essa designação não está de acordo com o que está escrito em Atos: “E foi primeiro em Antioquia que os discípulos, por direção divina, foram chamados de cristãos” (Atos 11:26). As Testemunhas de Jeová deveriam se referir a si mesmas como cristãs, sem essa designação, que não está de acordo com a « direção divina » mencionada em Atos (11:26). Daí o título deste estudo bíblico: o Nome Divino pertence a Deus e, portanto, não cabe a um grupo religioso apropriar-se dele e alegar que um povo leva o Seu Nome. Em Atos 15:14, está escrito que Deus tem um povo “para” o Seu nome, não um povo que “leva” o Seu nome.

    Com a expansão da internet e o aumento repentino do número de cristãos (Testemunhas de Jeová), de um a dois milhões em todo o mundo nas décadas de 1960 e 1970 para sete, oito e atualmente nove milhões entre as décadas de 1980 e 2000, a atmosfera nas congregações locais mudou profundamente. Uma geração mais velha foi substituída por uma mais jovem, que utiliza as ferramentas da internet com mais facilidade. O advento da internet, entre outras coisas, acentuou a autocracia da administração globalizada americana das mais de cem mil congregações espalhadas pelo mundo, pela Sociedade Torre de Vigia (Wath Tower), também conhecida como J.W.ORG. O que isso tem a ver com o Nome Divino?

    Vamos dar uma olhada simplificada na história. Nos anos anteriores ao advento da internet, o Corpo Governante, que supervisionava todas as 100.000 congregações desse grupo religioso no mundo todo, era muito discreto. Os membros das congregações locais apenas os conheciam, então pode-se dizer que a administração das congregações era em grande parte local. O conceito duma organização global, embora existisse, raramente era discutido porque, na verdade, tinha muito pouco impacto na administração das congregações locais.

    O surgimento da internet transformaram completamente a administração das congregações cristãs locais, centralizando-a em escala global por meio da criação não apenas dum site (J.W.ORG), mas também dum canal de televisão online (JW Broadcasting). Os membros do Corpo Governante global, que antes eram pouco conhecidos, começaram a aparecer com muita frequência na televisão nas congregações locais. Subsequentemente, a noção duma organização (globalizada) foi enfatizada. Essa organização, que opera como uma corporação multinacional com aproximadamente 170 filiais, se autodenomina a organização de Deus, incluindo as congregações locais (em vez de « o povo »). O título religioso « Testemunhas de Jeová » (JW) tornou-se a marca do seu site e canal de televisão online.

    Além disso, a Sociedade Torre de Vigia apropriou-se arbitrariamente de milhares de salas de reunião em todo o mundo, pagas e autofinanciadas por milhões de cristãos locais.

    Assim, a Sociedade da Torre de Vigia (Watch Tower (JW..ORG)) incorporou automaticamente todas essas salas de reunião, que ela mesma havia pago integralmente, ao seu patrimônio, sem o conhecimento dos cristãos locais. O próprio fato de o logotipo JW.ORG (Testemunhas de Jeová) aparecer nessas salas de reunião atesta isso. Agora, a corporação multinacional centralizou esses ativos, permitindo-lhe revendê-los à vontade e receber o valor total em sua matriz nos Estados Unidos. O que Deus e Seu Filho Jesus Cristo pensam ao ver o Nome Divino associado a tal prática?

    Observa-se que o título religioso Testemunhas de Jeová (JW..ORG) tornou-se a marca do site, do seu canal de televisão online e de uma verdadeira empresa global *imobiliária e **financeira.

    * Entre os dois membros mais recentes nomeados para o Corpo Governante está Jody Jedele. Este homem trabalhava para a Sociedade da Torre de Vigia numa sede de gestão de ativos imobiliários (pertencente à Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower (JW..ORG))) chamada Touchstone International Properties. Sua nomeação para chefiar essa organização religiosa parece ser um sinal das principais diretrizes estratégicas da corporação multinacional religiosa americana…

    ** A Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower (JW..ORG)) estabeleceu sedes de gestão de ativos imobiliários e financeiros na Irlanda, como a Mina Asset Management (fundada em 2023), cuja função é a aquisição e alienação de ativos de todos os tipos. A Mina Treasury Services (fundada em 2023) presta serviços de gestão financeira e de tesouraria. A Lepta Payment Solutions (fundada em 2024) processa pagamentos e doações eletrônicas. Os cristãos locais estão cientes de como as doações que fazem a Deus, a Jesus Cristo e ao Reino de Deus são administradas? (Abaixo, no Apêndice 1, ao final deste artigo, há uma seção dedicada à venda dos Salões do Reino e ao que aconteceu com eles).

    A questão é a seguinte: o que Deus pensa quando vê essa organização religiosa usando Seu Nome YHWH, Jeová, para promover não apenas os interesses do Reino, mas também interesses financeiros e imobiliários que atualmente somam bilhões de dólares em ativos, enquanto que, quando enviou Seu próprio Filho à Terra, ele não tinha nada? « No entanto, Jesus lhe disse: “As raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde deitar a cabeça” » (Lucas 9:58).

    É aqui que o versículo de Êxodo 20:7 (mencionado acima) se torna particularmente relevante: “Não use o nome de Jeová, seu Deus, em vão, pois Jeová não deixará impune aquele que usar Seu nome em vão » (Êxodo 20:7). Claramente, há uma mudança radical na maneira como essa organização global está usando o Nome Divino. Examinaremos agora um exemplo específico que concluirá este estudo bíblico sobre o Nome Divino.

    Como explicado anteriormente, esta organização religiosa apropriou-se verdadeiramente do Nome Divino, não apenas por meio de seu nome como grupo na década de 1930, mas também, mais recentemente, ao estampar o logotipo J.W.ORG (Testemunhas de Jeová) na maioria dos salões de reunião de suas 100.000 congregações locais. O logotipo da multinacional americana J.W.ORG, na prática, substituiu o antigo nome Torre de Vigia (Watch Tower) aos olhos do público. A questão é que, para cada decisão tomada pelo comitê global, o Corpo Governante desta organização usa o Nome Divino para afirmar que é Deus quem a dirige e que Ele seria responsável pelas decisões tomadas, boas ou ruins, e isso é grave… Aqui está um exemplo concreto que ilustra a gravidade desta situação em relação ao uso indevido do Nome Divino.

    Em 2023, um membro do Corpo Governante chamado Jeffrey Winder proferiu um discurso bíblico na JW Broadcasting intitulado “Como a Luz Brilha Mais?”, baseado em Provérbios 4:18. No trecho citado abaixo, ele diz algo bastante chocante, pronunciando o Nome Divino, Jeová, três vezes:

    “Portanto, isto é o que sabemos pelas Escrituras, e também pela nossa própria experiência, sobre como a luz se torna mais brilhante nos tempos modernos. Isso acontece por meio do espírito santo, através do seu canal, o escravo fiel e discreto, que a revela gradualmente e no momento em que é necessário.

    “Portanto, diante disso, não nos sentimos constrangidos quando há mudanças. Nem precisamos nos desculpar por não termos entendido as coisas corretamente no passado. Entendemos que é assim que Jeová age. Gradualmente, ele revela as coisas quando seu povo precisa delas. Além disso, o Corpo Governante não é inspirado nem infalível. Portanto, pode cometer erros em pontos doutrinários ou instruções organizacionais. Os irmãos fazem tudo o que podem com o que têm e com o que entendem no momento. Mas ficam felizes quando Jeová acha conveniente corrigir as coisas para que possam transmiti-las à família dos irmãos. E quando isso acontece, é porque é o tempo escolhido por Jeová. Entendemos e aceitamos prontamente” (fim da citação).

    (Segue o texto original em inglês, traduzido acima:

    Annual meeting, October 2023. Jeffrey Winder.

    “How the light gets brighter” (Proverbs 4:18)

    “So, this is what we know from the Scriptures, and from our own experience as well about how the light gets brighter in modern times. It comes about by means of the holy spirit, through his channel of the faithful and discreet slave, he reveals it gradually and at a time that it is needed.

    “Well, knowing this then, we are not embarrassed about adjustments that are made. Nor is an apology needed for not getting it exactly right previously. We understand this is how Jehovah operates. He reveals matters gradually when is needed. And also, the governing body is neither inspired nor infallible. And so, it can err in doctrinal matters or in organizational direction. The brothers do the best they can with what they have and what they understand at the time. But are happy if Jehovah sees fit to clarify matters. And then that can be shared with the brotherhood. And when that happens, we understand that it is because it is Jehovah’s time for that to happens. And we eagerly accept that” (End of Quote)).

    o orador afirma que o Corpo Governante não tem desculpas a oferecer pelos danos causados ​​por suas decisões equivocadas. Por quê? É aqui que as observações se tornam chocantes; ele insinua indiretamente, na segunda parte do trecho, que Jeová é responsável por suas decisões errôneas. Visto que eles não são responsáveis ​​por essas decisões equivocadas, porque Jeová não considerou necessário corrigi-las na época e em seu devido tempo, eles não são obrigados a se desculpar pelas graves consequências que isso teve sobre os irmãos e irmãs. Essas observações são ainda mais chocantes, considerando que foram feitas logo após a pandemia global de Covid-19, durante a qual o Corpo Governante claramente orientou (com coerção ) todas as cem mil congregações a receberem injeções de produtos experimentais comercializados pela P.f.i.z.e.r, M.o.d.e.r.n.a e A.s.t.r.a.Z.e.n.e.c.a. Essas decisões causaram efeitos colaterais na forma de doenças crônicas graves e inúmeras mortes dentro das congregações (Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) (Escrito somente em inglês (Use o Google Tradutor)). Em conclusão, eis qual poderia ser a resposta de Deus às observações acima, na Biblia e no Deuteronômio:

     » A Rocha — perfeito é tudo o que ele faz,

    Pois todos os seus caminhos são justos.

    Deus de fidelidade, que nunca é injusto;

    Justo e reto é ele.

     5 Eles é que se corromperam;

    Não são seus filhos, o defeito é deles.

    São uma geração pervertida e corrompida!

     6 É assim que devem tratar a Jeová,

    Ó povo tolo e insensato?

    Não é ele seu Pai, que o trouxe à existência,

    Aquele que o fez e o estabeleceu firmemente?

     7 Lembre-se dos tempos antigos;

    Considerem os anos de gerações anteriores.

    Pergunte ao seu pai, e ele lhe contará,

    Aos anciãos em seu meio, e eles o informarão »

    (Deuteronômio 32:4-7).

    ***

    Apêndice 1

    As vendas de Salões do Reino, Dedicados a Deus

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    Antigo Salão do Reino de Hughenden — Queensland — Austrália, vendido em julho de 2024

    Após a conclusão da construção de um Salão do Reino, salão de assembleia ou complexo de edifícios pertencente a uma filial nacional da Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower, também conhecida como JW..ORG), realiza-se uma cerimônia religiosa para dedicar o(s) edifício(s). A dedicação, no sentido bíblico, é uma cerimônia de consagração, onde, no caso dum Salão do Reino, é dedicado exclusivamente à adoração a Jeová Deus. Consequentemente, este lugar torna-se « santo », isto é, separado para Deus. Para resumir a ideia, eis o que pode ser lido nas perguntas dos leitores duma edição do Ministério do Reino de agosto de 1973, página 4 (a data é antiga, porém, a explicação é biblicamente atemporal). O ministério explica como o orador que profere o discurso inaugural deve expressar o significado desta dedicação do Salão do Reino:

    « Discurso Inaugural. O orador explicará o propósito do Salão do Reino, o papel que desempenha na prática da verdadeira adoração e o que todos os publicadores podem fazer para tornar este salão o edifício mais importante da comunidade » (Fim da citação).

    A ideia central é que este é o edifício mais importante da comunidade. Por quê? Porque é dedicado à prática da verdadeira adoração.

    O que está escrito na Bíblia a respeito de pessoas ou propriedades (móveis ou imóveis) dedicadas a Deus?

    “‘Somente não se pode vender nenhuma sorte de coisa devotada que um homem devote à destruição para Jeová, dentre tudo o que for seu, quer do gênero humano, quer dos animais, quer do campo de sua propriedade, e nenhuma sorte de coisa devotada pode ser resgatada. É algo santíssimo para Jeová” (Levítico 27:28).

    Um Salão do Reino, uma vez consagrado, dedicado ou “devotado” a Jeová Deus, torna-se propriedade dele; agora pertence a Deus, sendo consagrado ou “devotado” para a verdadeira adoração (para usar a expressão do ministério do Reino). Mesmo que não estejamos mais sob a Lei Mosaica, esta lei é atemporal e imutável (Romanos 10:4 “Cristo é o fim da Lei”; Malaquias 3:6 “Pois eu sou Jeová; eu não mudo”).

    O texto de Levítico 27:28 mostra que essa propriedade não pode ser comprada ou vendida a outra pessoa, pois agora pertence a Deus. Caso contrário, se a propriedade fosse vendida, seria um ato de profanação do que é santo, ou seja, tirar de Deus o que Lhe pertence. A história de Acã, um homem que roubou o que pertencia a Deus, mostra que esse foi um pecado grave que poderia ter repercussões para toda a congregação (neste caso, toda a nação de Israel) que profanou a propriedade de Deus. O relato em Josué, capítulo 7, mostra que esse é um pecado com repercussões coletivas, até que a expiação ou reparação seja feita pela pessoa ou pessoas responsáveis ​​por essa profanação da propriedade de Deus.

    Com relação à venda de Salões do Reino pela Sociedade Torre de Vigia (Watch Tower, também conhecida como JW..ORG), estamos testemunhando atos flagrantes de profanação do que é santo, pertencente exclusivamente à adoração do único Deus verdadeiro.

    Abaixo, você verá vários Salões do Reino vendidos para igrejas que a Torre de Vigia (Watch Tower, também conhecida como JW..ORG) considera parte da falsa religião, Babilônia, a Grande (o que é um ato de hipocrisia da parte deles). Você verá até que alguns Salões do Reino foram transformados em mesquitas e um num estabelecimento que vende cannabis medicinal e produtos relacionados. Você terá provas claras de que aqueles que dirigem a Sociedade Torre de Vigia não respeitam a Bíblia, nem a fé cristã de todos os homens e mulheres cristãos que confiam neles.

    Aqui estão as fotos: antes, como antigos Salões do Reino, e depois, como se tornaram:

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    Antigo Salão do Reino em Stratford (acima), Connecticut (EUA), vendido à Igreja Batista de língua francesa em setembro de 2019 (abaixo):

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    Antigo Salão do Reino em Jefferson City, Missouri (EUA) (acima), vendido para a Família Cristã Internacional em junho de 2018 (abaixo):

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    Antigo Salão do Reino em Delafield, Wisconsin (EUA) (acima), vendido para a Igreja Anglicana de São Miguell (ST Mishael’s Anglican Church)(abaixo):

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    Abaixo está o endereço de um antigo Salão do Reino vendido em dezembro de 2014 em Kentucky, EUA:

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    Abaixo está uma foto do antigo Salão do Reino, no mesmo endereço, pertencente à “God’s Community Church”:

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    Abaixo estão fotos do complexo de edifícios, incluindo o antigo Salão do Reino, do antigo Bethel da Nova Zelândia (Auckland):

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    Antiga igreja Bethel da Nova Zelândia (Auckland), vendida ao Elim Christian Center em setembro de 2013 (abaixo):

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    Abaixo, uma foto do antigo Salão do Reino em Perth, Austrália:

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    O Salão do Reino foi vendido em 2018 a um grupo religioso hindu:

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    Abaixo, o antigo Salão do Reino em Sedona, Arizona, EUA:

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    O endereço anterior está indicado, e abaixo encontra-se uma foto do interior do antigo Salão do Reino:

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    Abaixo, a nova aparência externa do antigo Salão do Reino vendido ao « The Global Center for Christ Consciousness » (no mesmo endereço mencionado acima, referente ao antigo Salão do Reino):

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    Abaixo, uma foto do interior do novo centro religioso:

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    Abaixo, o antigo Salão do Reino de Mantua Township, New Jersey, EUA, agora um templo budista Chua Linh Son:

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    O interior atual deste antigo Salão do Reino, agora um templo budista:

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    Abaixo, o antigo Salão do Reino em Londres, 183 Green Street (Grã-Bretanha):

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    Antigo Salão do Reino de Londres, transformado em mesquita chamada Masjid — Al Humera:

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    Abaixo, duas fotos do interior do antigo Salão do Reino, que foi convertido em mesquita:

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    Abaixo, uma foto do antigo Salão do Reino, localizado em 7 Moor End, Northenden, Wythenshawe, Manchester M22 (Grã-Bretanha):

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    Abaixo, uma foto do antigo Salão do Reino, agora uma Mesquita, a Wythenshawe Masjid:

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    La nouvelle entrée de la Mosquée:

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    Duas fotos do aspecto geral do interior da mesquita, cuja estrutura é a do antigo Salão do Reino:

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    Abaixo, uma foto do antigo Salão do Reino em Winnipeg — St. James — Manitoba (Canadá):

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    Abaixo, uma vista ampliada mostrando a inscrição (à esquerda do pequeno pinheiro):

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    Anos mais tarde, este antigo Salão do Reino foi vendido e transformado uma mesquita chamada Masjid Beit Naballa, e na sede duma associação palestina no Canadá:

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    As fotos abaixo mostram o interior da Mesquita, com alguns vestígios do mobiliário do antigo Salão do Reino:

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    A entrada, com, à esquerda, a porta que dá acesso ao antigo salão dos anciãos.

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    O antigo quadro de avisos e dois antigos assentos.

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    Vista do novo pódio onde o Imã prega; à esquerda, pode-se ver o antigo balcão de coleta de publicações e revistas.

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    Vista geral do interior do antigo Salão do Reino, agora uma mesquita, em Winnipeg, Canadá…

    Abaixo, o antigo Salão do Reino, Niagara Falls, Caledonia Street — — Ontário — Canadá:

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    Abaixo, uma foto (Facebook) da fachada do antigo Salão do Reino, transformado em uma mesquita chamada Masjid Asalam — The Peace:

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    Abaixo, uma foto (Facebook) do interior da Mesquita, tirada em agosto de 2017, antes de sua reforma em dezembro de 2017 (o pódio do antigo Salão do Reino é facilmente reconhecível):

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    Abaixo estão duas fotos (Facebook) da planta desta nova mesquita e de seu aspecto final por dentro:

    Abaixo estão duas fotos mostrando o novo ordenamento desta nova mesquita e sua aparência interna final:

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    Abaixo estão duas fotos do antigo Salão do Reino em Talihina, Oklahoma (EUA) (a segunda foto é de um ângulo diferente, onde você pode ver a placa indicando o antigo Salão do Reino):

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    Abaixo estão fotos que mostram que este antigo Salão do Reino foi vendido para uma empresa que comercializa cannabis medicinal:

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    A placa à direita contém o logotipo da empresa.

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    Os « clientes » da empresa de venda de cannabis « medicinal »…

    Abaixo, uma foto do antigo Salão da Assembleia de Indianápolis — Indiana (EUA) — 456 Palatine Rd. O edifício histórico em estilo neoclássico com colunas toscanas foi projetado pelo arquiteto de Chicago Spencer Solon Beman para a Segunda Igreja de Cristo Cientistas. A igreja vendeu o prédio para a Igreja Batista em 1968, que, por sua vez, o vendeu para as Testemunhas de Jeová em 1978.

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    Foto do interior do antigo Salão da Assembleia:

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    Este antigo salão de assembleias foi vendido para uma megaigreja chamada Traders Point Christian Church:

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    As fotos abaixo mostram o interior da Megaigreja:

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    Abaixo, uma foto do antigo Salão da Assembleia em Barcelona — Catalunha (Espanha):

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    Este antigo Salão de Assembleias foi vendido à Igreja de Cristo ou Church of Christ:

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    Deus Tem um Nome (YHWH) (Ezequiel 38:23)

    Índice do site http://yomelias.fr/

    Ao ler a Bíblia diariamente, este índice contém artigos bíblicos informativos (clique no link acima para visualizá-lo)…

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  • O Nome Divino, YHWH, é pronunciado como está escrito

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    Tétragramme4

    É pronunciado como está escrito

    Algumas pessoas pensam que a pronúncia do Nome Divino foi perdida e que não podemos mais usá-la com vocalização exata. Na profecia de Ezequiel 38:23, Deus anuncia que seu Nome será conhecido por toda a Terra, especialmente na época da grande tribulação. Portanto, é evidente que manteve seu Nome, assim como sua Palavra, a Bíblia, para que possamos conhecê-lo agora. Algumas informações históricas e técnicas relacionadas ao Nome Divino são baseadas em um libro intitulado « Uma História do Nome Divino » – (L’Harmattan (edição francesa)), escrita pelo Senhor Gerard Gertoux, um erudito em hebraico. Esta informação relativa ao Nome Divino é suportada por várias centenas de referências como fontes históricas. A introdução deste livro, nas páginas 9 e 10, resume muito bem todo esse trabalho de pesquisa histórica sobre o Nome Divino. Poderíamos chamá-lo: não há mistério:

    « Antes de tudo, escrever o nome de Deus não é um problema: é o nome de quatro letras que YHWH chamado de Tetragrama. Como pronunciar um nome assim? Os dicionários ou enciclopédias indicam que Yahweh é uma vocalização incerta, e que Jeová é uma vocalização incorreta vindo de uma má leitura. Por incrível que possa parecer, esta última afirmação é deliberadamente falsa, mas esse erro grave foi denunciado por eruditos em hebraico de todas as religiões, incluindo a apoio do Vaticano (Congregação da Propaganda), mas sem resultado.

    Este nome YHWH é lido sem dificuldade porque é pronunciado como está escrito, ou de acordo com suas letras, para citar a expressão do Talmude. De fato, até 70 dC, os sumos sacerdotes lêem no dia do Iom Kipur, Dia de Expiação, a bênção de Números 6:24-27, pronunciando o Nome YHWH de acordo com suas letras, ou seja, como ele está escrito. Na verdade, esse nome é até o mais fácil de ler de toda a Bíblia, pois são quatro vogais, como lembra Flavius ​​Josephus. A questão de saber quais vogais acompanham as letras YHWH é absurda, porque as vogais massoréticas só apareceram pelo menos no século VI dC. Antes disso, os nomes hebraicos foram vocalizados através das três letras Y, W, H, como os escritos de Qumran (Pergaminhos do Mar Morto), confirmaram amplamente. A letra Y é lida I (ou Ê), a letra W: Û (ou O) e a letra H: A no final das palavras. Por exemplo, « YH » é lido « IA », « YHWDH » é lido literalmente « IHUDA » (Judá). Se o nome não continha vogais, a vogal « a » era inserida; assim YSHQ é lido: ISaHaQ (Isaac), YRWSLYM: IRÛSaLIM (Jerusalém); etc. O nome « YHWH » é lido IHUA (Iua). Para ouvir melhor a letra H (quase inaudível), poderíamos adicionar um « e » mudo, para que o nome YHWDH seja lido literalmente IH-Û-DA se torne I-eH-Û-DA, o equivalente exato do nome hebraico Yehuda. Essa ligeira melhora dá ao nome YHWH a pronúncia I-Eh-Û-A (Ieua), o equivalente à pontuação massorética YeHoWaH. Essa coincidência é notável; providencial se alguém crer que Deus cuidou de seu Nome (visivelmente sem o conhecimento dos copistas) » (« Uma história do Nome Divino « , páginas 9 e 10). Teremos a oportunidade de retornar a outras informações convergentes da vocalização do Nome Divino, YHWH, por um exame dos nomes « teofóricos » hebraicos e aramaicos da Bíblia (contendo o tetragrammaton, parcial ou totalmente).

    Qual seria a melhor vocalização do Nome Divino (YHWH)?

    De acordo com a introdução do livro, os dois nomes teofóricos que contêm todo o Tetragrama, a saber, YHWDH (Judá (filho de Jacó e nome duma das doze tribos de Israel)), são pronunciados I-U-D-A ou I-Eh-U-D-A. Quanto ao nome de Jesus, YHSW, ele é vocalizado como Yehoshua. Assim, com base na vocalização desses dois nomes teofóricos, entendemos que o Tetragrama YHWH é vocalizado da seguinte forma: Iuah ou Ieuah.

    No entanto, há uma certa ambiguidade na escrita do autor que precisa de esclarecimento. Eis o que está escrito: « Essa ligeira melhora dá ao nome YHWH a pronúncia I-Eh-Û-A (Ieua), o equivalente à pontuação massorética YeHoWaH ». Esta frase poderia sugerir que a vocalização atual de « Jeová » resulta dos pontos vocálicos massoréticos. Contudo, de acordo com o que está escrito ao longo da obra e resumido acima (corroborado por diversos estudiosos do passado), este não é o caso. Os pontos vocálicos indicam a pronúncia das letras YWH (o H do meio sendo mudo), ou seja, IOA, ou Ye(I)u(O)a(A). Assim, o « W » do Tetragrama não deve ser pronunciado como um « V », mas como um « U ». Portanto, Yehowah deve ser lido foneticamente como Yeuah. É evidente, portanto, que a vocalização atual do Nome Divino, « Jeová », é duplamente imprecisa pela inserção do « J », que deveria ser substituído por um I ou Y, e do « v » (correspondente ao W), que deveria ser lido foneticamente como « U ».

    A conclusão deste livro « Uma História do nome divino », confirma uma vocalização do Nome (Iua), descoberta há centenas de anos pelo monge espanhol Raymond Martin em seu trabalho (Pujio fidei (Punhal da fé (1278)). Havia desenhado suas fontes nos escritos de R. Moseh Ben Maymon (Maimonides), no seu livro « O Guia dos desencaminhados », capítulos 60-64, parte 1, relativos ao Nome. Outro erudito chamado Porchetus de Salvaticis (1303), como Raymond Martin, usou a mesma vocalização do Nome. 

    Considerando esse ajuste na vocalização do Nome Divino, a questão é: o que fazer? Como entendemos anteriormente, a vocalização do Nome do Filho de Deus como « Jesus » é imprecisa e deveria ser pronunciada Yehoshuah. Contudo, no contexto do ensino público, faz mais sentido continuar a vocalizá-lo como tem sido feito há séculos, para que as pessoas saibam a quem se refere como Filho de Deus. O mesmo se aplica ao Nome Divino do Pai Celestial; ele tem sido vocalizado há séculos como « Jeová ». Quanto ao uso do Nome Divino, é necessário discernimento, tendo em mente que ele deve estar associado ao Pai Celestial. Talvez o instrutor use publicamente o Nome Divino em sua forma mais familiar, enquanto em outras circunstâncias, no contexto de seu relacionamento pessoal com Deus, ele o use na pronúncia que lhe parecer mais precisa. O que é verdade para o Pai Celestial também é verdade para o Seu Filho.

    Existem quatro métodos principais para encontrar a vocalização do Nome e a vocalização dos nomes bíblicos

    1 – O método da etimologia: o nome é identificado com a sua etimologia (quando existe). Isso é o mais incerto, porque considera que a etimologia é sistematicamente científica e que é equivalente à etimologia ou mensagem espiritual (que nem sempre é o caso (ver explicações acima)) .

    2 – O método de leitura de letras que demonstra que o Nome (YHWH) é lido como está escrito. Consiste nas três letras básicas (consoantes/vogais (YHW) (Matres Lectionis)), permitindo sua leitura (Masters Lectionis (A letra Y é lida I (ou Ê), W: Û (ou O) e H: A no final das palavras) (Veja explicações acima).

    3 – O método das testemunhas: consiste em examinar as vogais usadas para os nomes hebraicos traduzidos para o grego, no texto da Septuaginta (a Bíblia traduzida do hebraico para o grego (século II a.C.). Por exemplo: Abraão está escrito na Septuaginta, Abraam. Jesus: Iesus. Noé: Noé. Israel: Israel. Judá: Iouda. Moisés: Môusès. Jerusalém: Ierusalem.

    4 – O método do onomástico é o estudo dos nomes hebraicos que contêm completamente o Tetragrammaton (YHWH), ou parcialmente (YH). Os nomes com o Tetragrama (inteiro ou parcialmente), são nomes « teofóricos »: « Este último método é o mais confiável, porque os nomes são muito estáveis ​​ao longo do tempo, geralmente muito mais do que as próprias palavras da lingua. Os nomes são de alguma forma uma memória dos sons do passado ou « fonogramas ». Além disso, apesar de algumas variações, o idioma hebraico era muito estável por um longo período de tempo, por exemplo, as cartas hebraicas de El Amarna datadas do século XIV aC, ainda pode ser entendido por um israelense moderno. Para que se possa reconstruir um nome com uma taxa de confiança muito alta se o nome a ser encontrado for preservado em vários outros nomes e, nesse sentido, o nome divino é extremamente favorecido pois, foi integrado a centenas de nomes, sendo a única dificuldade evitar confundir o grande nome YHWH (Jeremias 44: 26) com o pequeno YH (Salmos 68:4) » (Uma história do Nome, página 45) (YHWH: IeUA, YH: IA (diminutivo do Nome)).

    Da etimologia científica de um nome ao seu sentido espiritual

    Na Bíblia, um nome hebraico ou aramaico tem um significado etimológico intrínseco que qualquer pessoa que fala essas línguas, pode entender. No entanto, a essa etimologia científica é adicionada uma significância (ou mensagem) espiritual bíblica que explica o significado desse nome, sua autoridade, sua missão. Veja vários exemplos conhecidos:

    – Jesus: etimologia científica: Yeshua ou Yehoshua em hebraico significa « Ieua (Jeová) é salvação ». A mensagem ou significado espiritual de seu nome: « Ele salvará seu povo dos pecados deles » (Mateus 1:21).

    – Noé: etimologia científica: descanso. O significado espiritual de seu nome: consolo: « Este nos trará consolo, aliviando-nos do nosso trabalho e do esforço doloroso das nossas mãos, causados pelo solo que Jeová amaldiçoou » (Gênesis 5:29).

    – Israel: etimologia científica: luta com Deus. O significado espiritual de seu nome: Lute e persevere com Deus e com os homens: « Seu nome não será mais Jacó, mas sim Israel, pois você lutou com Deus e com homens e por fim saiu vencedor » (Gênesis 32:28).

    – Barnabé (nome de origem aramaica): etimologia científica: Filho da profecia. O significado espiritual de seu nome: Filho da consolação: « Assim fez José, a quem os apóstolos chamavam de Barnabé (que traduzido significa “filho do consolo”) » (Atos 4:36).

    Aqui está a explicação encontrada em « Uma história do Nome Divino » (página 41), sobre essas discrepâncias entre a etimologia científica de um nome e seu significado espiritual ou mensagem bíblica:

    « Podemos notar o « abismo » que separa esses dois tipos de etimologias: em vez de tentar fazê-las coincidir, devemos lembrar que a explicação dessas diferenças é sempre a mesma: o objetivo das definições bíblicas é fornecer uma mensagem religiosa. Acima de tudo, qual seria o sentido de explicar a um hebreu o significado de um nome hebraico? Assim, é óbvio para um hebreu que o nome Noé significa cientificamente « descanso », mas o versículo de Gênesis 5:29 nos informa que esse « descanso » significará biblicamente « um consolo », porque Noé iria desempenhar um papel profético consolador.

    Alguns pensam que a afirmação de Ieua (Jeová) sobre o seu nome, « Eu Me Tornarei O Que Eu Decidir Me Tornar », deve ser considerada como uma etimologia científica do nome, permitindo ao mesmo tempo, uma vocalização mais exata do Nome (Êxodo 3:14). Essa interpretação tem dois grandes obstáculos:

    1 – O próprio Nome, Ieua (Jeová) (YHWH), não possui uma etimologia científica hebraica comprovada. O que parece lógico: dizer que o Nome próprio Jeová teria uma etimologia científica seria um anacronismo que sugeriria que a língua hebraica precederia a existência do Nome Divino. Ora, o Nome está intimamente associado a um Deus eterno que não teve princípio (Gênesis 1: 1)… Além disso, de acordo com as declarações inspiradas do apóstolo Paulo, não parece que nos céus se fale hebraico (1 Coríntios 13:1 « em linguas dos anjos »). É mais lógico pensar que a língua hebraica seria construída em torno do Nome, permitindo que até as crianças possaram o vocalizar com toda  simplicidade (é pronunciado de acordo com suas letras para usar a expressão do Talmude, consistindo nas três consoantes/vogais base para a leitura (YHW) (Matres Lectionis): « Jesus lhes disse: “Sim. Vocês nunca leram o seguinte: ‘Da boca de crianças e de bebês fizeste sair louvor’? » (Mateus 21:16 compare com 11:25).

    2 – O contexto do livro de Êxodo mostra que os israelitas sabiam o nome do Deus de seus antepassados ​​(Abraão, Isaac e Jacó) e sua vocalização não apresentava nenhum problema. A resposta de Deus « Eu Me Tornarei O Que Eu Decidir Me Tornar » não é uma etimologia científica de seu Nome (que teria ajudado Moisés a vocalizar melhor o Nome), mas uma mensagem espiritual sobre o « memorial » de seu Nome (Êxodo 3:15).

    Conclusão sobre a pronúncia do nome divino

    « Fora da vocalização massorética, existem vários métodos para encontrar como se pronunciam os nomes no primeiro século d.C. A etimologia bíblica (que, na verdade, é um ensino religioso), em essência científica, não se usa. Os três outros métodos, por outro lado, dão resultados concordantes. No caso do Tetragrammaton, esses três métodos sucessivamente fornecem as três pronúncias, Iaô (método da testemunha: comparação com os nomes da Septuaginta), Yehowah (método onomástico: comparação com nomes teofóricos), Ihûa (método de leitura das letras). O exame do contexto histórico explica a discrepância em Iaô, porque naquele tempo o substituto hebraico YHW, ou seu O homólogo aramaico YW ainda era amplamente utilizado entre os judeus. (…). Portanto, existe um bom acordo entre as duas pronúncias Yehowah e Ihûa, tão satisfatórias quanto Yehudah e Ihuda (Judá), Yeshua e Isûa (Jesus), etc. Em vista dessa concordância, deveria ter sido fácil obter a unanimidade na vocalização!  » (A História do Nome, página 54).

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    Deus Tem um Nome (YHWH) (Ezequiel 38:23)

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  • O que é o pecado?

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    O pecado é uma expressão bíblica genérica daquilo que não cumpre mais, impessoalmente (sem sentimento), os critérios da Santidade de Deus, portanto, é um processo que leva à morte programada da criação afligida pelo pecado (que não é mais santa do ponto de vista de Deus). O leitor atento pode ter uma ideia muito mais concreta da alternância entre o que é considerado “santo” e, ao contrário, o pecado, do ponto de vista de Deus, lendo o livro de Levítico. É muito importante entender para o resto das explicações, que esta qualidade não está absolutamente ligada aos sentimentos de Deus, mas sim ao que constitui a essência de suas ações e sua criação. O desaparecimento do pecado é feito por expiação, a fim de satisfazer o critério da santidade divina. A Santidade de Jeová Deus está diretamente relacionada a uma necessidade constante de sacrifício expiatório que apaga o pecado, ou aquilo que não está em conformidade com os padrões divinos e eternos do que é santo: « Pois eu sou Jeová, que os tirou da terra do Egito a fim de ser o seu Deus; sejam santos, porque eu sou santo » (Levítico 11:44,45).

    É muito importante entender que a santidade de Deus é o que define a própria essência de todas as suas ações, e que é desprovida de todo sentimento, é completamente impessoal (no nível dos sentimentos). O que significa que toda a sua criação deve ser santa e pura. No entanto, se por acaso uma parte da criação deixar de satisfazer esses critérios impessoais (sem sentimento) de santidade, inevitavelmente desaparecerá. O aparecimento acidental do pecado na humanidade levou à destruição de toda a humanidade, precisamente em virtude desta lei impessoal (sem sentimento) da Santidade de Deus: « É por isso que, assim como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo, e a morte por meio do pecado, e desse modo a morte se espalhou por toda a humanidade, porque todos haviam pecado » (Romanos 5:12). “Pois o salário pago pelo pecado é a morte, mas o dom dado por Deus é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). A primeira parte deste versículo, mostra que a necessidade da santidade (lei impessoal desprovida de sentimento), faz com que o pecado leve à morte, para fazê-lo desaparecer. Considerando que Deus é amor, Ele faz os arranjos para nos dar vida eterna por meio do resgate (Mateus 20:28).

    Deus tornou possível reverter uma situação desesperadora para toda a humanidade, com vistas à sua redenção. A expressão do Amor de Deus é vista nas provisões específicas que Ele fez para a Redenção da humanidade perdida em um processo de morte irreversível, causada pelo pecado (João 3:16). A humanidade que obterá a vida eterna no futuro pertencerá a Deus, sob esta redenção ou resgate pela ressurreição. (A questão do pecado, perdão pela expiação e o resgate pela ressurreição, é amplamente tratada na página intitulada « AS COISAS BOAS », deste site (yomelias.com)).

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    O SACRIFÍCIO DE CRISTO QUE SALVA A HUMANIDADE OBEDIENTE

    O sacrifício de Cristo tem um valor de expiação (com o seu sangue) e o valor de resgate (com o seu corpo). É importante fazer a diferença entre os dois valores (expiação e resgate), porque o sentido profético e enigmático dos sacrifícios fazem essa distinção (Hebreus 10: 1). Vamos estudar o que é a expiação que remove o pecado, que permite o perdão de Deus e que leva à vida. Veremos que há uma expiação que remove o pecado pela destruição e que leva a morte do pecador. Esta compreensão nos ajudará a entender o por que a grande tribulação está ligada com a expiação que remove o pecado da humanidade. Haverá uma expiação que conduz à vida (sobre o valor de expiação do sangue de Cristo) e uma propiciação que levará à morte (no valor da expiação do sangue do pecador) ou destruição. Finalmente, serão estudados os sacrifícios da Lei que significam o resgate que permite seguir vivendo.

    A expiação que conduz à vida e expiação que leva à destruição

    A palavra hebreia e bíblica traduzida para português, expiação, corresponde a “kippur” (transcrição das letras hebreias) (H3725 Strong’s Concordance), cuyo significado es “tapar”, que vem da palavra “kaphar” (H3722 Strong’s Concordance). A palavra hebreia para “perdão”, é “calach” (H5545 Strong’s Concordance). O fato que as duas palavras, “expiação” e “perdão”, estão ligadas, não impede que sejam fundamentalmente diferentes.

    Expiação não é perdão

    O grande erro é pensar que a expiação é sinônimo de perdão. Especificamente, a expiação é a necessidade absoluta (impessoal) de santidade, em fazer desaparecer o pecado. De fato  a expiação é uma destruição que leva à morte do pecador (Romanos 6:23). Essa expiação em forma de destruição, « cobre » ou « tapa » o pecado. Enquanto o perdão divino, é para manter vivo o humano pecador (descendente de Adão), respeitando a necessidade absoluta de expiação, sobre a base do sacrifício de Cristo (valor expiatório (sangue)) (Hebreus 9:22).

    É por esta razão que nossos pecados são perdoados com base no valor expiatório do sangue de Cristo derramado (uma vez para sempre, no 14 de Nisã, 33 E.C. (não no valor de resgate (ou troca) do sacrifício (do corpo) de Cristo).

    Por exemplo, para os judeus da religião judaica, o dia da expiação, no dia 10 de TISHRI, que é chamado em Hebraico « YOM KIPPUR » (YOM = dia) + (KIPPUR = expiação) é também chamado do grande perdão. O que É VERDADE, e o que É FALSO.

    É VERDADE : Haverá um Grande Perdão

    O bode para Azazel, é o símbolo deste grande perdão de Deus: a pesar de ser portador dos pecados da nação (Israel), o bode ficava vivo, mas longe da vista de Deus, para não lembrar-se dos seus pecados (Salmos 103:12): « Mas o bode designado por sorte para Azazel deve ser trazido vivo perante Jeová para se fazer expiação sobre ele, a fim de que possa ser enviado ao deserto, para Azazel.(…) Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessará sobre ele todos os erros dos israelitas, todas as transgressões e todos os pecados deles; ele os porá sobre a cabeça do bode e o enviará ao deserto pela mão de um homem designado para isso. O bode levará sobre si todos os erros deles a uma região desabitada. Ele enviará o bode ao deserto »(Levítico 16:10, 21, 22).

    Falando da grande tribulação, é verdade que o 10 de TISRI, haverá o grande perdão de Deus. Uma parte da humanidade vai sobreviver a este momento dramático. No entanto, este grande perdão de Deus será com base numa expiação (feita no dia 14 de nisã de 33 EC (uma vez por sempre)): o valor EXPIATÓRIO do sangue de Cristo: “Depois disso eu vi uma grande multidão, que nenhum homem era capaz de contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de compridas vestes brancas, e havia folhas de palmeiras nas suas mãos. Clamavam em alta voz: “Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.” (…) Em vista disso, um dos anciãos me disse: “Quem são esses que vestem compridas vestes brancas, e de onde vieram?” Assim, eu lhe disse imediatamente: “Meu senhor, é o senhor quem sabe.” Ele me disse: “Esses são os que saem da grande tribulação; eles lavaram suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7:9,10,13,14).

    É FALSO : Não haverá Perdão

    O bode sacrificado, que morre é o símbolo da expiação com destruição (que tapa o pecado) sem perdão, particularmente durante a grande tribulação (Apocalipse (Revelação) 14:18-20 ; 19:11-21). A expiação sem o perdão de Deus é nem mais nem menos do que a destruição do pecador (sem misericórdia), cuja sangue fica na sua cabeça: “Davi lhe disse: “Que o seu sangue recaia sobre a sua cabeça, porque a sua própria boca o condenou, quando disse: ‘Eu matei o ungido de Jeová.’” (2 Samuel 1:16; Josué 2:19; 1Reis 2:32,33,37; Ezequiel 33:4; Atos 16:6). A expressão bíblica, “culpa de sangue”, significa que o pecador não terá o perdão de Deus, por conseguinte, o seu sangue fica na sua cabeça, fazendo uma expiação de destruição sem misericórdia, na sua morte (destruição).

    * “Quando estiverem dizendo: “Paz e segurança!”, então virá instantaneamente sobre eles a repentina destruição, assim como as dores de parto vêm sobre a mulher grávida, e eles de modo algum escaparão” (1 Tessalonicenses 5:3). É verdade que no 10 de Tisri, alguns dirão “Paz e segurança!”, pensando no Perdão de Deus, sem ter fê no valor expiatório do sangue de Cristo, mas o resultado será a destruição na grande tribulação.

    O Resgate que permite a Cura das Nações,

    o Rejuvenecimento y a Resurrecção

    É o mesmo, entre o significado da palavra “resgate”, “expiação” e “perdão”: se confundem porque são valores muito ligados entre eles e complementários. Para resumir a complementaridade das três expressões: O perdão é o resultado da expiação a favor do perdoado (sobre a base do sangue do Cristo (Hebreus 9:22)). O Resgate (que é o fato que o pecador segue vivendo) é o resultado do Perdão, porque sem perdão não há Resgate. Por conseguinte, o Resgate é o resultado da Expiação preliminar. Antes dum milagre, Jesus Cristo fez a ligação entre a necessidade do perdão (de Deus) antes da possibilidade de cura (que envolve o resgate) (Ler Isaías 33:24 e Mateus 9:5).

    “Então ouvi uma voz alta do trono dizer: “Veja! A tenda de Deus está com a humanidade; ele residirá com eles, e eles serão o seu povo. O próprio Deus estará com eles. 4 Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais tristeza, nem choro, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” (Apocalipse 21:3,4; Isaías 35:5,6; João 5:28,29; Atos 24:15).

    ***

    Vocês conhecerão a verdade, e a verdade os libertará

    (João 8:32)

    O que é essa verdade e como nos liberta?

    Entre os leitores da Bíblia e especialmente alguns instrutores da Palavra de Deus, essa declaração é entendida em termos dum conhecimento da verdade bíblica que libertaria alguém das mentiras religiosas comumente ensinadas em muitas congregações cristãs. Por exemplo, saber que a Bíblia não ensina a existência do purgatório, do limbo ou dum inferno de fogo, onde os ímpios seriam torturados eternamente, tem um efeito libertador nas pessoas. De fato, é reconfortante saber que mentiras religiosas como o fogo do inferno, o purgatório, a trindade, a imortalidade da alma e outras superstições relacionadas ao ocultismo não são ensinadas na Bíblia. De certa forma, o conforto da verdade bíblica tem um efeito libertador sobre as pessoas que foram escravizadas por essas superstições e falsos ensinamentos religiosos. Entretanto, é apropriado aplicar a declaração de Cristo (acima) no contexto dum conhecimento preciso da Bíblia que nos libertaria das mentiras religiosas? De acordo com o contexto do Evangelho de João, tal explicação não respeita o contexto imediato da declaração de Cristo e nem mesmo o contexto geral de todo o Evangelho de João.

    Leiamos a declaração de Cristo, desta vez no seu contexto imediato: « Então Jesus disse aos judeus que acreditaram nele: “Se vocês permanecerem nas minhas palavras, são realmente meus discípulos; vocês conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.” Responderam-lhe: “Somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como é que você diz: ‘Vocês ficarão livres’?” Jesus lhes respondeu: “Digo-lhes com toda a certeza: Todo aquele que peca é escravo do pecado. Além disso, o escravo não permanece na casa para sempre; o filho permanece para sempre. Portanto, se o Filho os libertar, vocês serão realmente livres. Sei que vocês são descendentes de Abraão. Mas vocês procuram me matar, porque não aceitam as minhas palavras. Eu falo do que vi enquanto estava com o meu Pai, mas vocês fazem o que ouviram do seu pai.” Em resposta, eles lhe disseram: “Nosso pai é Abraão.” Jesus lhes disse: “Se vocês fossem filhos de Abraão, fariam as obras de Abraão. Mas o fato é que vocês procuram matar a mim, um homem que lhes disse a verdade que ouviu de Deus. Abraão não agiu assim. Vocês fazem as obras do seu pai.” Eles lhe disseram: “Não nascemos de imoralidade. Temos um só Pai, Deus” » (João 8:31-41).

    Que tipo de verdade é essa? Qual é essa verdade da qual Jesus Cristo fala? Este é todo o conhecimento contido na Palavra de Deus ou algo mais?

    Jesus Cristo explica que permanecer em sua Palavra permitirá que alguém conheça esta verdade que o libertará. Os interlocutores judeus ficam ofendidos com o que Cristo diz porque isso implica que eles são escravos, enquanto são descendentes dum homem livre, Abraão. Há um mal-entendido entre o que Cristo diz e o que os judeus entenderam, por isso Jesus Cristo esclarece seu pensamento. Ele lhes diz que é a escravidão do pecado, ou seja, a condição pecaminosa que toda a humanidade herdou de Adão. Essa escravidão leva à morte (Romanos 5:12). Então, com delicadeza, ele os faz entender que é ele, Cristo, quem tem os meios para libertá-los. Jesus Cristo se apresenta como a personificação da verdade que liberta: “Portanto, se o Filho os libertar, vocês serão realmente livres” (João 8:36). Esse entendimento é reforçado por outra declaração que ele fez algum tempo depois: « Jesus lhe respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim » » (João 14:6). Portanto, é óbvio que usar este texto de João 8:32 para explicar que a verdade bíblica liberta das mentiras religiosas é simplesmente impreciso e não respeita o contexto desta declaração de Cristo.

    Embora Jesus Cristo se refira a si mesmo como a verdade que liberta, explica mais especificamente no restante de sua declaração: « Digo-lhes com toda a certeza: Se alguém obedecer às minhas palavras, nunca jamais verá a morte » (João 8:51). Os fundamentalistas religiosos judeus levam sua declaração ao pé da letra, enquanto Jesus Cristo se refere a nunca ver a morte sem a possibilidade de ressurreição. Por exemplo, em outra ocasião, falando aos saduceus que não acreditavam na ressurreição, ao se referir a essa esperança, Jesus Cristo se falou de Abraão, Isaque e Jacó como estando « vivos » na perspectiva dessa esperança: « A respeito da ressurreição dos mortos, vocês não leram o que lhes foi falado por Deus, que disse:  ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’? Ele é o Deus, não de mortos, mas de vivos » (Mateus 22:31,32).

    Então, essa verdade que liberta da escravidão do pecado que leva à morte é a fé na verdade que é Jesus Cristo, que leva à vida eterna: « Pois o salário pago pelo pecado é a morte, mas a dádiva que Deus dá é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor » (Romanos 6:23).

    ***

    Ele é mais do que o símbolo da maldade

    Jesus Cristo descreveu o diabo de forma muito concisa: “Ele foi um assassino quando começou, e não permaneceu na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele fala a mentira, está fazendo o que lhe é próprio, porque é um mentiroso e o pai da mentira” (João 8:44). Satanás, o diabo, não é a abstração do mal, mas uma pessoa espiritual real (Mateus 4:1-11). Da mesma forma, os demônios são também anjos que se tornaram rebeldes que seguiram o exemplo do diabo (Gênesis 6:1-3; Judas versículo 6: “E os anjos que não mantiveram sua posição original, mas abandonaram sua própria morada correta, ele reservou, em correntes eternas e em densa escuridão, para o julgamento do grande dia »).

    Quando está escrito ele « não permaneceu na verdade », isso mostra que Deus criou aquele anjo sem pecado e sem qualquer traço de maldade em seu coração e no início de sua vida, tinha um “bom nome” (Eclesiastes 7:1a). Porém, ele não perseverou em sua integridade, ele cultivou o orgulho em seu coração, e com o tempo ele se tornou “diabo”, que significa caluniador, e Satanás, oponente. Seu antigo e « bom nome » e sua antiga boa reputação, foram substituídos por um nome vergonhoso: Satanás o diabo. Na profecia de Ezequiel (capítulo 28), contra o orgulhoso rei de Tiro, é claramente aludido ao orgulho do anjo que se tornou « diabo » e « Satanás »: ​​ »Você era o modelo da perfeição, Cheio de sabedoria e perfeito em beleza. Você estava no Éden, jardim de Deus. Estava adornado com todo tipo de pedras preciosas: Rubi, topázio, jaspe, crisólito, ônix, jade, safira, turquesa e esmeralda; E os engastes e suportes delas eram feitos de ouro. Tudo isso foi preparado no dia em que você foi criado. Eu o designei como o querubim protetor, o ungido. Você estava no monte santo de Deus e andava por entre pedras de fogo. Você era íntegro nos seus caminhos desde o dia em que foi criado Até que se achou injustiça em você » (Ezequiel 28:12-15). Por seu ato de injustiça no Éden, ele se tornou um « mentiroso » que causou a morte de todos os descendentes de Adão (Gênesis 3; Romanos 5:12). Atualmente, é Satanás, o diabo, que governa o mundo: “Agora este mundo está sendo julgado; agora será expulso o governante deste mundo” (João 12:31; Efésios 2:2; 1 João 5:19).

    Satanás, o diabo, será destruído para sempre: « O Deus que dá paz esmagará em breve a Satanás debaixo dos pés de vocês » (Gênesis 3:15; Romanos 16:20).

    ***

    A Comemoração da Morte de Jesus Cristo (Lucas 22:19)

    O Homem Espiritual e o Homem Físico (1 Coríntios 2:14-16)

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  • Os falsos profetas têm vergonha de sua visão (Zacarias 13:4)

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    “Naquele dia cada um dos profetas ficará envergonhado da sua visão ao profetizar; e eles não vestirão um manto oficial de pelo para enganar outros”

    (Zacarias 13:4)

    Fauxprophètes1

    As ideologias humanas políticas, econômicas, financeiras e religiosas, proclamadas e reforçadas por « profecias » que profetizavam um glorioso amanhã, trouxeram toda a humanidade e o planeta Terra à beira da ruína (Zacarias 11:4- 6,15-17; Apocalipse 11:18b). Como Jesus Cristo profetizou, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhum humano sobreviveria (Mateus 24:22).

    Esta situação irreversível, levando a humanidade a um extermínio gradual, a longo prazo, é o resultado daqueles ideólogos e seus seguidores que implementaram decisões políticas, econômicas, financeiras e religiosas desastrosas para a humanidade e a Terra.

    Por exemplo, existe o sistema de crédito social chinês e a Agenda 2030: a agenda foi adotada pela ONU em setembro de 2015 após dois anos de negociações envolvendo governos e sociedade civil. A Agenda 2030 faz parte de uma ideologia globalista, particularmente nos países da OTAN zona e seus parceiros (Europa Ocidental, Canadá, Austrália e Nova Zelândia…). É nestas áreas do mundo que a ideologia fundamentalista e sectária do « covidismo », que mina a integridade corporal dos povos, se enraizou (A situação em Xangai (China) é uma ilustração disso levado ao extremo e em muitos respeito, pode nos dar um vislumbre futuro desse tipo de ditadura na escala de vários estados unidos, até mesmo do mundo). Situações de “pandemia” global, ou emergência climática, são pretextos prontos para estabelecer uma ditadura, de forma progressiva e oculta, sobre todos os povos.

    Esses profetas e ideólogos políticos e religiosos praticam uma inversão de valores e uma transferência de culpa para aqueles que os denunciam. Esses profetas e ideólogos políticos e religiosos praticam a inversão de valores e a inversão da culpa contra aqueles que os denunciam. Em Isaías 5:20, está escrito: “Ai dos que dizem que o bom é mau e que o mau é bom, os que põem a escuridão por luz e a luz por escuridão, os que colocam o amargo pelo doce e o doce pelo amargo!”. Este texto descreve com muita precisão as inversões de valores perversas e demoníacas praticadas por esses engenheiros da mentira e da manipulação mortal (João 8:44).

    Por exemplo, durante a pandemia de Covid-19, o objetivo era de criar uma realidade inventada (surrealidade), de modo a assustar o povo (As ovelhas espalhadas), para desorientá-las psicológica e mentalmente, para fazer adotar comportamentos completamente irracionais, por sucessivas decisões contraditórias e mentiras totalmente assumidas. Por meio dessa administração na forma de engenharia social de assédio e tortura mental de longo prazo, esses pastores que só cuidam de si mesmos, obtêm o consentimento por esgotamento nervoso e mental das ovelhas espalhadas, com uma coerção latente (ver Ezequiel 34).

    Muitos médicos, enfermeiras, atendentes e empregadas para a limpeza, trabalhando na assistência médica, estiveram na linha de frente para prestar assistência às pessoas afetadas pelo vírus militar. Muitos pagaram por isso com a vida. Jeová Deus e seu Filho, Jesus Cristo, não se esquecerão deles, na hora da ressurreição (Atos 24:15; Hebreus 6:10). Os homens e mulheres corajosos que até agora denunciaram este Casus Belli, pagaram por isso com a vida para alguns, com confinamento solitário e prisão para outros sendo tratados como « conspiradores », termo cunhado, pela CIA em 1965, seguindo a Comissão Warren (relatorio oficial das circunstâncias do assassinato de JFK).

    Fica claro, esses profetas políticos, econômicos, financeiros e religiosos, não só se expressam cada vez menos, nos meios de comunicação, mas se envergonham de suas profecias que não se cumpriram, e que levaram ao desastre, toda a humanidade. Eles se escondem tirando suas roupas oficiais de profetas: “E cada um deles dirá: ‘Não sou profeta. Sou agricultor, porque um homem me comprou como escravo quando eu era jovem.’ 6 E, se alguém lhe perguntar: ‘Que ferimentos são esses entre os seus ombros?’, ele responderá: ‘Fui ferido na casa dos meus amigos’”” (Zacarias 13:5,6).

    O mundo em geral está, por assim dizer, sem “pastor que foi ferido”até a morte » », Jesus Cristo. Deus promete que este rebanho abandonado, a atual humanidade mal administrada, será curada no futuro paraíso terrestre, por intermédio do Rei Jesus Cristo: “Ó espada, desperte contra o meu pastor, Contra o homem que é meu companheiro”, diz Jeová dos exércitos. “Fira o pastor, e que o rebanho seja espalhado; E voltarei a mão contra os insignificantes” (Zacarias 13:7; Mateus 26:31).

    ***

    Pastores Cristãos,

    como vocês têm se comportado neste assunto?

    O mundo foi vítima duma experimentação global com um produto químico que foi injetado por motivos baseados numa afirmação falsa. Pfizer não teria testado a eficácia de suas vacinas na transmissão do vírus. No entanto, muitos pastores cristãos têm pressionado as ovelhas de sua congregação para que sejam injetadas, com base na falsa afirmação da « vacina » que impediria a transmissão do vírus. Ainda mais grave, essa pressão foi exercida sobre os jovens que, em sua maioria, não corriam perigo se não fossem injetados.

    Dezenas de milhares de pessoas morreram como resultado dessa injeção experimental. Milhões de pessoas em todo o mundo tiveram sequelas extremamente graves como resultado dessa injeção experimental. E esse excesso de mortalidade observado nos últimos tempos, mesmo entre os jovens? No entanto, para minimizar a gravidade das sequelas, alguns analisam a situação em termos de estatísticas… Mas para Jeová Deus, a morte dum único ser humano inocente não é de forma alguma uma « estatística »… Em ou seja, se um pastor cristão encorajasse tal injeção experimental, na escala da congregação pela qual ele seria responsável perante Jeová Deus e Jesus Cristo, e que isso teria causado sérias sequelas, ver a morte de apenas uma de suas ovelhas, em que situação ele se encontra diante de Deus e de seu Filho?

    Aqui está o que podemos ler em Deuteronômio, a respeito da descoberta do corpo dum homem morto no campo: « Se alguém for encontrado morto em algum campo da terra que Jeová, seu Deus, lhe dá como propriedade, e não se souber quem o matou, seus anciãos e juízes devem sair e medir a distância entre o cadáver e as cidades ao redor. Então os anciãos da cidade que estiver mais próxima do cadáver devem pegar uma novilha do rebanho, que nunca tenha sido usada para trabalhar e que nunca tenha puxado nada com um jugo, e os anciãos daquela cidade devem levar a novilha para baixo, a um vale em que corra água, que não tenha sido lavrado nem semeado, e devem quebrar a nuca da novilha ali no vale. E os sacerdotes levíticos virão, porque Jeová, seu Deus, os escolheu para servi-lo, para proferir bênçãos em nome de Jeová. Eles dirão como devem ser resolvidos todos os casos que envolvem violência. Então todos os anciãos da cidade que estiver mais próxima do cadáver devem lavar as mãos por cima da novilha cuja nuca foi quebrada no vale e devem dizer: ‘Nossas mãos não derramaram este sangue, e nossos olhos não o viram ser derramado. 8 Não condene o teu povo Israel, que resgataste, ó Jeová, e não deixe que a culpa pelo sangue inocente permaneça entre o teu povo Israel.’ Então eles não terão culpa de sangue. Assim você eliminará do seu meio a culpa pelo sangue inocente, fazendo o que é certo aos olhos de Jeová » (Deuteronômio 21:1-9).

    Para Deus e seu Filho Rei Jesus Cristo, a morte de até mesmo uma de suas ovelhas congregacionais não é nada trivial de acordo com Deuteronômio 21:1-9. Convém, que em cada congregação cristã, os pastores façam seu exame de consciência, a respeito deste assunto e tirem as consequências… Eles cumprem, sim ou não, ainda as condições de pastores cristãos (Leia 1 Timóteo 3:1-7)?

    ***

    Código de Nuremberg – 1947

    1.O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial. Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; devem ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomarem uma decisão lúcida. Esse último aspecto exige que sejam explicados às pessoas a natureza, a duração e o propósito do experimento; os métodos segundo os quais o experimento será conduzido; as inconveniências e os riscos esperados; os efeitos sobre a saúde ou sobre a pessoa do participante, que eventualmente possam ocorrer, devido à sua participação no experimento. O dever e a responsabilidade de garantir a qualidade do consentimento repousam sobre o pesquisador que inicia ou dirige um experimento ou se compromete nele. São deveres e responsabilidades pessoais que não podem ser delegados a outrem impunemente.

    2.O experimento deve ser tal que produza resultados vantajosos para a sociedade, que não possam ser buscados por outros métodos de estudo, mas não podem ser casuísticos ou desnecessários na sua natureza.

    3. O experimento deve ser baseado em resultados de experimentação em animais e no conhecimento da evolução da doença ou outros problemas em estudo; dessa maneira, os resultados já conhecidos justificam a realização do experimento.

    4. O experimento deve ser conduzido de maneira a evitar todo sofrimento físico ou mental desnecessários e danos.

    5. Não deve ser conduzido qualquer experimento quando existirem razões para acreditar que pode ocorrer morte ou invalidez permanente; exceto, talvez, quando o próprio médico pesquisador se= submeter ao experimento.

    6. O grau de risco aceitável deve ser limitado pela importância humanitária do problema que o experimento se propõe a resolver.

    7. Devem ser tomados cuidados especiais para proteger o participante do experimento de qualquer possibilidade de dano, invalidez ou morte, mesmo que remota.

    8. O experimento deve ser conduzido apenas por pessoas cientificamente qualificadas. O mais alto grau de habilidade e cuidado deve ser requerido de aqueles que conduzem o experimento, através de todos os estágios deste.

    9. O participante do experimento deve ter a liberdade de se retirar no decorrer do experimento, se ele chegou a um estado físico ou mental no qual a continuação da pesquisa lhe parecer impossível.

    10. O pesquisador deve estar preparado para suspender os procedimentos experimentais em qualquer estágio, se ele tiver motivos razoáveis para acreditar, no exercício da boa fé, habilidade superior e cuidadoso julgamento, que a continuação do experimento provavelmente resulte em dano, invalidez ou morte para o participante.

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    A Profecia do Livro de Zacarias

    A profecia de Zacarias e seus enigmas proféticos, e as explicações para conhecer o futuro…

    A Profecia de Ezequiel, de Gogue de Magogue (Ezequiel 38 e 39)

    Gog de Magog é uma coalizão de nações que atualmente estão perseguindo o povo de Deus…

    Sinopse do Etudo da Profecia de Daniel

    O estudo da Profecia de Daniel é a análise dos eventos proféticos atuais no Oriente Médio e em todo o mundo…

    Na pergunta em Mateus 24:3, há três palavras importantes que nos permitem entender seu significado e a resposta de Cristo…

    A palavra grega traduzida como « presença », mencionada em Mateus (24:3), é “πάρειμι)” “parousia” (Concordância de Strong (G3952))…

    O relato bíblico mostra que a investidura dum rei à frente dum reino ocorre em duas etapas…

    O versículo 29 descreve os sinais antes da « vinda », não a « presença », do Filho do Homem…

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    Casus Belli mundial contra a Integridade do Corpo Humano na Guerra Mundial NRBQ (Nuclear, Radiológico, Biológico, Químico)

    (Ezequiel 34)

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    « Filho do homem, profetize contra os pastores de Israel. Profetize aos pastores o seguinte: ‘Assim diz o Soberano Senhor Jeová: “Ai dos pastores de Israel, que só cuidam de si mesmos! Não é do rebanho que os pastores deviam cuidar? Vocês comem a gordura, vestem-se com a lã e abatem o animal mais gordo, mas não cuidam do rebanho. Não fortaleceram as fracas, nem trataram as doentes, nem enfaixaram as que estavam feridas, nem trouxeram de volta as desgarradas, nem foram procurar as perdidas; em vez disso, vocês as dominaram com dureza e tirania. Assim, elas foram espalhadas porque não havia pastor; elas foram espalhadas e se tornaram alimento para todos os animais selvagens. Minhas ovelhas se perderam por todos os montes e por todas as colinas elevadas; minhas ovelhas foram espalhadas por toda a face da terra, sem que ninguém fosse procurá-las, nem fosse buscá-las” (Ezequiel 34:2-6).

    O mundo vive atualmente, desde novembro de 2019, de fato, um Casus Belli, uma guerra mundial do tipo NRBQ, contra a integridade do corpo humano dos povos (ovelhas espalhadas). O corpo humano foi criado por Deus e dado como herança divina, para cuidar dele, como um templo em que vivemos e deveria ser habitado pelo espírito de Deus: « Vocês não sabem que são templo de Deus e que o espírito de Deus mora em vocês? » (1 Coríntios 3:16). O nosso corpo e a vida que o anima não pertencem a nenhum estado, nem mesmo a nenhuma entidade religiosa terrestre.

    Este Casus Belli mundial contra a integridade do corpo humano, que Deus nos confiou, não é feito com tanques, bombas e canhões. É organizado tendo como contexto o tráfico internacional de vírus militares (saídos dum laboratório do tipo P4 (fabricando oficialmente vírus militares no contexto de guerras do tipo NRBQ)) e com uma propaganda habilmente orquestrada (engenharia social), visando aterrorizar as pessoas ou os povos em geral. O princípio básico desses laboratórios da morte é coletar vírus que são normalmente encontrados na natureza, no reino animal, e são basicamente inofensivos para os humanos; geralmente não são transmissíveis e, se forem, geralmente não são mortais. Esses laboratórios demoníacos trabalham para tornar esses vírus transmissíveis aos humanos por « sequenciamento », um processo extremamente complexo que pode levar vários meses. O objetivo diabólico é obter um « ganho de função », isto é, neste caso de figura, fazer com que este (ou estes) vírus seja mortal para o homem. Ao mesmo tempo, aumentando a letalidade deste vírus militar manufaturado (as referências ou patentes para esses vírus militares podem ser encontradas no NIH GenBank ou em alguns arquivos da OMS (pelo menos duma subsidiária dum, desses países). Aliás, o NIH suprimiu informações dos laboratórios de Wuhan sobre o sequenciamento genético do vírus militar, de acordo com a FOIA do Watchdog (30 de março de 2022)) (O que está acontecendo em Xangai?).

    (Crédito Social com Estilo Chinês e a Agenda 2030: a agenda foi adotada pela ONU em setembro de 2015 após dois anos de negociações envolvendo governos e sociedade civil. A Agenda 2030 faz parte de uma ideologia globalista, particularmente nos países da OTAN zona e seus parceiros (Europa Ocidental, Canadá, Austrália e Nova Zelândia…). É nestas áreas do mundo que a ideologia fundamentalista e sectária do « covidismo », que mina a integridade corporal dos povos, se enraizou (A situação em Xangai (China) é uma ilustração disso levado ao extremo e em muitos respeito, pode nos dar um vislumbre futuro desse tipo de ditadura na escala de vários estados unidos, até mesmo do mundo). Situações de “pandemia” global, ou emergência climática, são pretextos prontos para estabelecer uma ditadura, de forma progressiva e oculta, sobre todos os povos. O estabelecimento “voluntário” de “crédito social” na Itália (Bolonha e Roma (final de março de 2022)), é apenas o início deste processo, que faz parte do estabelecimento futuro, latente e perverso, de uma obrigação »).

    Após a difusão, obviamente « fortuita » (não verificável numa direção como na outra), deste vírus militar letal, segue-se uma campanha da imprensa mundial, que certificará que se trata de um acidente do tipo « fuga », como numa usina nuclear, enquanto um laboratório P4, é um dos lugares mais seguros do mundo. Dirão, por exemplo, que vem do reino animal, sendo uma meia verdade, porque é verdadeiro e falso, portanto falso (verdadeiro + falso = falso). Segue-se uma segunda etapa, essencialmente baseada na engenharia social propagandista, baseada no medo com repetidas mensagens mórbidas e relatos, para assustar as pessoas e primeiro para insistir no fato de que não há remédio médico, nem mesmo nenhuma molécula para poder curar deste vírus militar. A única solução é esperar pela injeção química messiânica que salvará a vida da humanidade.

    Este Casus Belli é acompanhado por uma experimentação de terapia gênica em massa em corpos humanos saudáveis, não doentes, em escala internacional, em todos os povos (as ovelhas espalhadas). São produtos químicos injetáveis, de maneira aproximadamente coercitiva (em desafio ao Código de Nuremberg – 1947 (veja os 10 artigos no final da página) (A atual terapia gênica mundial, ainda está oficialmente, em fase de experimentação, portanto, enquadra-se perfeitamente no marco legal do Código de Nuremberg – 1947)). Alguns governantes de nações ou grupos de nações, que ordenam as repetidas injeções desses venenos em corpos humanos saudáveis, têm laços de interesse financeiro conhecidos de todos, diretos ou indiretos.

    Este Casus Belli do tipo NRBQ, usa a mídia corrompida pelo dinheiro e coordenada entre si como uma ferramenta de propaganda à la Goebbel (porta-voz do regime nazista de Hitler). É do conhecimento geral a soldo de muitos oligarcas bilionários corruptos, que também influenciam muitos governos (os pastores que só cuidam de si mesmos). O objetivo é de criar uma realidade inventada (surrealidade), de modo a assustar o povo (As ovelhas espalhadas), para desorientá-los psicológica e mentalmente, para fazê-los adotar comportamentos completamente irracionais, por sucessivas decisões contraditórias e mentiras totalmente assumidas. Por meio dessa administração na forma de engenharia social de assédio e tortura mental de longo prazo, esses pastores que só cuidam de si mesmos, obtêm o consentimento por esgotamento nervoso e mental das ovelhas espalhadas, com uma coerção latente (ver Ezequiel 34).

    Muitos médicos, enfermeiras, atendentes e empregadas para a limpeza, trabalhando na assistência médica, estiveram na linha de frente para prestar assistência às pessoas afetadas pelo vírus militar. Muitos pagaram por isso com a vida. Jeová Deus e seu Filho, Jesus Cristo, não se esquecerão deles, na hora da ressurreição (Atos 24:15; Hebreus 6:10). Os homens e mulheres corajosos que até agora denunciaram este Casus Belli, pagaram por isso com a vida para alguns, com confinamento solitário e prisão para outros sendo tratados como « conspiradores », termo cunhado, pela CIA em 1965, seguindo a Comissão Warren (relatorio oficial das circunstâncias do assassinato de JFK).

    Aliás, as atuais comissões senatoriais são, de fato, verdadeiras peças de teatro mórbidas. Observamos um diabólico interpretação de papéis entre essas comissões de « inquéritos », que fazem um jogo de apuração com as pessoas convocadas e interrogadas, e depois aquelas, ao final, saem como entraram, ou seja, livres para continuar seus atos sórdidos. Essas comissões senatoriais ignoram o papel dos promotores, juízes e tribunais, que deveriam prender e julgar esses assassinos, esses filhos de Josef Mengele, que realizaram essas injeções de genes experimentais de massas, que causaram a morte de centenas de milhares de homens, mulheres e crianças em todo o mundo e milhões de consequências debilitantes para aqueles que sobreviveram. Esses mentirosos assassinos aplicam a lógica do suicídio coletivo de povos, como Jim Jones e David Koresh, gurus de seitas que não queriam morrer sozinhos, mas que queriam ser acompanhados em sua loucura por suas centenas de seguidores que « se suicidaram ». Vivemos também, numa lógica de destruição massiva global, econômica, diplomática, que provoca guerras e destruição de povos. Eles estão na mesma lógica da corrida assassina e precipitada que esses dois líderes da seita.

    Como estamos muito próximos da Grande Tribulação, uma profecia do Apocalipse e do livro de Daniel está se cumprindo diante de nossos olhos: « Ele me disse também: “Não sele as palavras da profecia deste rolo, pois o tempo determinado está próximo. Que o injusto continue em injustiça, e que o imundo continue na sua imundície; mas que o justo continue em justiça, e que o santo continue em santidade » » (Apocalipse 22:10,11). « Muitos se purificarão, se embranquecerão e serão refinados. E os maus farão o que é mau, e nenhum dos maus entenderá; mas os que têm discernimento entenderão” (Daniel 12:10). Até que o Rei Jesus Cristo varra esses patifes da face da terra durante a Grande Tribulação (Apocalipse 19:11-21), aqueles que praticam a justiça em seus corações fazem esta oração diariamente ao Pai Celestial, Jeová Deus: « Finalmente, irmãos, persistam em orar por nós, para que a palavra de Jeová continue a se espalhar rapidamente e a ser glorificada, assim como se dá entre vocês, e que sejamos livrados de pessoas más e perversas, pois a fé não é propriedade de todos. Mas o Senhor é fiel, e ele os fortalecerá e os protegerá do Maligno » (2 Tessalonicenses 3:1-3).

    Nesta situação diabólica mundial, que ataca a integridade corporal de homens, mulheres e até, também, infelizmente, das crianças, o que deve fazer o cristão que deseja agradar a Jeová Deus e a seu Filho Jesus Cristo?

    Jeová pede a todos que cuidem deste templo: « Portanto, eu lhes suplico, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresentem o seu corpo como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, prestando assim um serviço sagrado com a sua faculdade de raciocínio » (Romanos 12:1). Este corpo foi projetado desde o início para um serviço sagrado a Deus, ou seja, para se conformar ao propósito que originalmente pretendia na época da criação de Adão e Eva (Gênesis 1:26-28).

    Tomar medicamentos é uma decisão pessoal, pesando os riscos para sua vida. Deve ser feito em um ambiente médico, para ser tratado. Este tratamento não deve ser feito sob coerção governamental ou moral, por exemplo, na estrutura duma congregação. Se fosse esse o caso, essas autoridades governamentais, até espiritual, iriam além do artigo 1 do Código de Nuremberg que proíbe experimentos médicos sob coação (Lembrete: a terapia gênica mundial atual, ainda está oficialmente, em fase experimental, portanto, cai inteiramente no quadro jurídico do Código de Nuremberg – 1947): « O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial. Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; devem ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomarem uma decisão lúcida. (…)” (Extrato do artigo 1 do Código de Nuremberg – 1947).

    No contexto atual, os cristãos devem dobrar sua vigilância. Ele deve abster-se de produtos químicos experimentais, especialmente por motivos não relacionados à saúde deles e de seus próprios filhos. Até agora, essas injeções ​​experimentais já causaram a morte de centenas de milhares de pessoas em todo o mundo e deixaram milhares mais gravemente doentes (Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) (Escrito somente em inglês); Adverse Events JW (Escrito apenas em inglês, espanhol e francês)). A maioria dessas injeções de genes é feita por motivos que nada têm a ver com a saúde de adultos e muito menos de crianças; mas sim, sob pretextos não médicos de privilégio, poder ir a restaurantes, boliche ou outros lugares de prazer, justificados por argumentos completamente falaciosos e na forma de chantagem. Outros foram forçados sob pena de perder seus empregos e fonte de renda. O fato de exigir que para ir a um lugar, para que um objeto ou um produto penetre em nosso corpo, não é de forma alguma um ato médico, mas um ato de marcar: como se fosse com os animais, antes de entrar num recinto, é uma violação marcante da dimensão espiritual e sagrada da integridade do corpo humano.

    Os pais devem considerar seriamente esta questão, por seus filhos e por eles, em oração para enfrentar esta situação estranha e às vezes angustiante. Os professores da Palavra de Deus devem pensar seriamente, com oração, sobre esta questão porque esta situação não é trivial em espiritualidade bíblica e mais geralmente ética (Romanos 14:12). É perfeitamente normal sentir-se desorientado, perplexo e surpreso ao se deparar com esse ataque extremamente perverso de Satanás, o diabo e seus demônios humanos. Oremos a Jeová Deus, peçamos sua ajuda, Ele é misericordioso. Se pensarmos primeiro que não tomamos a melhor decisão, isso pode acontecer com qualquer pessoa. Jeová Deus vê nossas boas intenções. Sejamos corajosos, confiemos em Jeová Deus e em seu amado Filho Jesus Cristo, e eles nos apoiarão (Provérbios 3:5,6). Não tenhamos medo e sejamos fortes, apoiemos uns aos outros, seja em família, entre amigos ou na congregação, nos amar uns aos outros (João 13:34,35).

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    O Homem Espiritual e o Homem Físico (1 Coríntios 2:14-16)

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